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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Desejo o melhor a cada um de vocês em 2012!!!



DESEJO QUE ESTE TEXTO NÃO SEJAM APENAS PALAVRAS, MAS AÇÕES E REALIZAÇÕES EM NOSSAS VIDAS PARA O PRÓXIMO ANO.

QUE VENHA 2012 E QUE TENHAMOS SABEDORIA PARA VIVÊ-LO INTENSAMENTE!!!!!

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história”!!!! O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais..., mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem!!!! Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes a gente espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal. O ano que vai entrar vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que desejo para todos é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE. Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!! Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer. Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"

Carlos Drummond Andrade


Os meus sinceros agradecimentos a todos que me proporcionaram o sentimento de alegria, realização pessoal e profissional. Foi uma grande satisfação ter conhecido pessoas tão especiais como vocês ao longo deste ano de 2011. 

Desejo que em 2012 possamos caminhar juntos novamente, compartilhando experiências, carinho e respeito.


Aos amigos e parceiros da ES Consultoria,

Um Feliz 2012!!!

São os votos de Emerson Santana e Família!!!


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Motoboys de Brasília poderão ter que usar colete airbag...

A Câmara Legislativa do DF aprovou ontem 22/12, último dia de votação de 2011, o Projeto de Lei 280/2007, que dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização de coletes infláveis de proteção (airbags) para os motoboys. A proposta ainda deverá ser sancionada pelo governador Agnelo Queiroz e passar por regulamentação para poder entrar em vigor.
O projeto, de autoria do deputado Patrício (PT) decreta que as empresas prestadoras de serviços que utilizam motos como veículos devem disponibilizar esses coletes aos condutores. O valor da multa está estabelecido em R$ 500,00. Segundo o deputado, o projeto de lei tem por objetivo zelar pela vida dos trabalhadores que utilizam motos como veículos para prestação de serviços. “Temos grande número de motos na cidade e tem crescido cada vez mais em função do trânsito caótico e congestionado. A motocicleta dá mobilidade muito maior. No entanto, os motociclistas sempre andam em velocidade, devido ao tempo determinado que têm para realizar diversas tarefas e acaba que eles têm mais risco de acidente.”
Por isso, o deputado Patrício acredita que o colete airbag seja a solução para diminuir os problemas causados caso ocorra algum acidente. “O colete, será fornecido pela empresa e é com ele que os motociclistas terão mais garantia de segurança e preservação da vida”, ressalta o parlamentar.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Consumidores devem se preparar: 2012 promete mudanças

Nem mesmo os avanços na legislação brasileira se mostraram suficientes em 2011 para livrar os consumidores dos habituais problemas de telecomunicações, energia ou mesmo das falhas de atendimento durante as compras on-line. Infelizmente, ao que parece, as companhias de todo o País ainda estão longe de satisfazer seus clientes, especialmente quando o assunto em questão diz respeito à qualidade os serviços ofertados.


Mas será que 2012 promete ser um ano diferente para quem não resiste ao consumo e, não raro, acaba tendo que lidar com situações que nunca se resolvem? Bom, se depender da maioria dos órgãos de defesa do consumidor, a resposta é sim.
De acordo com a coordenadora institucional da Proteste - Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci, por exemplo, a expectativa é que o próximo ano seja repleto de mudanças por conta dos preparativos para Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
“Esperamos que as empresas possam mudar sua postura passando a investir mais para se esmerar no atendimento ao consumidor”, diz. Segundo ela, os empresários devem investir mais em infraestrutura para dar conta do aumento da demanda.
No governo
Outra novidade que parece impactar positivamente o setor será o fortalecimento dos Procons, bem como a proteção de dados pessoais - que atualmente são temas de anteprojetos de lei elaborados pelo DPDC (Departamento Nacional de Proteção e Defesa do Consumidor). Ao que parece, o primeiro terá como intuito ampliar a atuação dos Procons e o segundo deverá regular a circulação de dados pessoais, garantindo ao cidadão a titularidade de suas informações.

“Nossa expectativa é que no próximo ano o setor se fortaleça ainda mais e passe a adotar medidas mais firmes para agir contra as empresas”, diz a gerente jurídica do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Maria Elisa Cesar Novais.
De acordo com a profissional, a estrutura atual do governo ainda é muito pequena para lidar com um problema tão grande como o número de reclamações dos consumidores.
Projeto de Lei
Para se ter uma ideia, os projetos de lei em tramitação no congresso querem alterar pelo menos 40% do CDC, principalmente no que diz respeito ao banco de dados, às práticas abusivas e ao direito à informação. “Se o Código se manteve íntegro até hoje, é porque ele é moderno e abrangente”, declara Maria Inês.

Redes sociais
E para quem desconhecia o poder das redes sociais, essa é a prova de que tais ferramentas não são apenas eficientes, mas que também vieram para ficar. Afinal, apesar de ainda não serem tão reconhecidas por nenhum órgão governamental, sabemos que as mesmas já causam uma repercussão muito forte entre as empresas como canal de reclamação dos consumidores.

“Apesar de não ser oficial, as redes sociais se mostraram um importante meio de reclamação. Contudo, para ter o impacto desejado entre os consumidores, os mesmos deveriam pensar em uma forma de se unir para pleitear uma melhoria em comum e não apenas para resolver um problema individual”, diz Maria Elisa.
Na opinião dela, as ações isoladas não costumam ser suficientes para uma mudança definitiva na conduta de uma empresa, e esse sim tem sido um grande problema de difícil solução.
“Não adianta o consumidor apenas reclamar, ele também precisa procurar meios para resolver os problemas da sociedade mudando de atitude”, diz Maria Elisa.
Setores regulados
Atualmente, por conta da baixa capacidade de atendimento, ainda são poucas as pessoas que chegam a reclamar, de fato, dos problemas causados por determinadas empresas aos setores regulados. Segundo o Idec, isso se deve, em parte, à demora para solucionar tais questões.

“Os setores regulados que controlam o transporte aéreo, a saúde, bem como as telecomunicações ainda são ineficientes na solução de problemas do consumidor devido à quantidade de reclamações. Falta estrutura para o atendimento”, explica Maria Elisa.
Retrospectiva 2011
E se você ficou interessado em saber quais foram os principais avanços de 2011 na área de consumo, fique atento à retrospectiva do ano:

  • Baixa Renda - novos critérios para cobrança de energia.

  • Cartão de crédito - adoção de limites para pagamento mínimo no cartão para evitar o endividamento.

  • Setor automotivo - desde o dia 17 de março os consumidores que não atenderem às convocações de recall têm tal ausência monitorada pelo Denatran. O não comparecimento não impedirá a comericalização do veículo, mas constará no licenciamento do mesmo. Do outro lado, as montadoras deverão informar ao Denatran a relação dos proprietários que atenderam ao chamado. A lista deverá ser entregue após 60 dias do recall.

  • Transporte Aéreo - mais direitos aos passageiros.

  • Certificação - desde 1º de julho de 2011, 87 tipos de eletrodomésticos e similares, inclusive industriais, fabricados no Brasil ou importados para comercialização passaram a ter certificados de acordo com regulamento do Inmetro. Entre os produtos de uso residencial certificados estão ferro de passar roupa, secador de cabelo, aspirador de pó, multiprocessador, liquidificador, carregadores de pilhas e baterias, cortador de grama e aparelho de barbear.

  • Adaptação de planos de saúde - foram adaptados os antigos planos de saúde à lei atual. Além disso, o setor também foi estimulado a promover a migração dos contratos individuais e coletivos.

  • Mais regras - ampliação das regras de portabilidade para planos de saúde para os beneficiários de planos coletivos.

  • Prazos máximos - as consultas básicas de planos de saúde deverão ser realizadas em até sete dias, enquanto procedimentos de alta complexidade passaram a ter prazo máximo de 21 dias.


Fonte: Infomoney - 23/12/2011 - yahoo


Sucesso Sempre!!!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Um Feliz Natal a todos !!!



Meu presente de Natal
é tão belo e diferente,
que jamais se encontrará
em lojas que vendem presentes.

Ele é fácil de fazer
e não precisa dinheiro,
é uma árvore de Natal
com presentes verdadeiros.

Na ponteira tem uma estrela
que brilha mais do que ouro,
é a estrela da AMIZADE
presente maior que tesouro.

Minha árvore é toda enfeitada
com os mais belos sentimentos,
que transformam nossas vidas
nos mais puros e belos momentos.

Festões dourados de AMOR
que com o Carinho e a Bondade misturados,
dão um toque de suavidade
aos nossos sonhos e anseios,
de PAZ para a humanidade!



Um Feliz Natal a todos!!!

São os votos de Emerson e Família!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ano de 2008 x Ano de 2011 - algo em comum?

Em setembro e outubro de 2008 estávamos sendo informados sobre a grandiosa onda da crise internacional pelo então Presidente Luís Inácio Lula da Silva, denominada por ele como apenas uma "marolinha"

Naquele momento, com o propósito de evitar o pânico, o Governo veio a público e agiu imediatamente com ações "nunca antes visto na história desse país" com a redução dos impostos em setores importantes da economia do país para incentivar o consumo e continuar na ascendente que o país se encontrava. 

Agindo assim o Governo deixava claro e evidente que sairíamos ilesos dessa crise e nos consolidaríamos como uma das economias mais fortes do mundo.

Em 2011, novamente a crise internacional se desponta como assustadora atingindo vários países, inclusive o bloco da União Européia. O Governo brasileiro veio a público e se demonstrou preocupado, porém, com um otimismo extremo lança mão das mesmas ações praticadas em 2008 (Texto: Armadilhas do Governo) dizendo: o país está blindado e enfrentará a crise como oportunidade de crescimento.

Será mesmo?

Os números não tem demonstrado isso, dentre eles a geração de empregos com carteira assinada teve uma queda de quase 70% com relação ao ano passado e apresenta os seguintes registros:

2008 - 41 mil vagas formais
2011 - 42 mil vagas formais
2012 - 46 mil vagas formais

Além disso, outro indicador é o endividamento das famílias,  esse tema também é esclarecido através do texto a "bolha do consumo".

O ano de 2011 já está acabando, o que ficará para 2012? Sairemos ilesos?

Veja também as matérias:

* Empregos com carteira assinada têm queda no mês de novembro - Fonte: Agência Brasil

* A "Bolha" do Consumo - Roberto Freire (Presidente do PPS)

(Atenção!!! Porém, o desempenho anual, no entanto, ainda está bem abaixo da performance de 2011)

 

Sucesso Sempre!!!

Texto: Emerson Santana.
*Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ – São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão em Finanças  pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company




 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tabelas de preço devem ser usadas apenas como referência

Na hora de vender o carro, decidir quanto ele vale pode ser uma tarefa bem difícil, afinal, as tabelas de referência de preço – Fipe e Molicar – sempre apresentam um valor que costuma ser menor do que o consumidor tem em mente.


De acordo com a Agência AutoInforme, as tabelas de preços elaboradas por institutos de pesquisa servem, ou pelo menos deveriam servir, como referência ao consumidor e não podem ser usadas como uma camisa de força para as partes envolvidas na negociação.
Segundo a Agência, trata-se da média de preço encontrada naquela semana e não o preço real do automóvel.
Para chegar à média, a pesquisa detecta um ponto acima, outro ponto abaixo, divide, pondera quando for o caso, e divide por dois. De acordo com a Agência, o resultado é um número que não existe, por isso, o preço médio do carro em uma cotação de preços pode valer qualquer coisa, menos aquele valor.
Precificação

De acordo com a explicação feita pela Agência, se um carro teve queda de 5%, com certeza, o dono deste veículo não encontrará um carro que ficou 5% mais barato, mas provavelmente um que desvalorizou 3% e outro que teve queda de preço de 8%.

Além disso, se o veículo é bem equipado, certamente ele valerá mais do que o mesmo carro sem equipamentos. Tudo é levado em consideração: a aparência, a quilometragem rodada, o cuidado ou o descuido que o dono tem com o carro, a necessidade do vendedor, tudo isso influencia no preço final, até mesmo a questão da oferta e procura.
Caso o veículo seja raro, ele poderá valer pouco, se não há quem o queira comprar, e muito, se for encontrado o comprador.
A variação de preço é grande, dependendo do modelo. Um carro popular ou um carro com muita oferta no mercado certamente terá uma depreciação menor. Já um carro grande, importado de luxo ou um carro com pequena participação no mercado terá maior depreciação.
Fonte: Infomoney - 19/12/2011 - site yahoo
Sucesso Sempre!!!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Boa hora para comprar um carro?


Com a perspectiva de ficar mais caro, os carros importados estão sendo muito procurados nas concessionárias. O aumento de 30 pontos percentuais no IPI vai valer a partir do próximo dia 15, mas será aplicado apenas às novas remessas que vêm no exterior. Os estoques que estão no Brasil não serão taxados e segundo alguns importadores haverá carro sem o novo IPI pelo menos até meados de janeiro.

Mas o marketing de algumas importadoras, anunciando “breve aumento” está levando o consumidor às compras. Afinal, o preço pode demorar pra subir, mas baixar ele não vai certo? E em alguns casos, já está mais caro, como o Hyundai Veloster, que quase não existe nas concessionárias e a versão topo de linha, quando encontrada, é vendida por R$ 7 mil acima da tabela. Um concessionário até se recusou a aceitar pedido para entrar na fila de espera. Disse que “o próximo navio está praticamente comprometido”. 

No segmento dos carros fabricados no Brasil as concessionárias têm quase tudo à disposição. As exceções são o Civic e algumas versões topo de linha, como o Palio novo e o Fit automático. O resto o consumidor encontra com certa facilidade.

Já em relação aos importados, falta muito carro no mercado e as concessionárias não estão dando o desconto que davam há alguns meses. Modelos da Land Rover como Discovery, Freelander e Evoque estão em falta, assim como o Tiguan, da Volks; Picanto, da Kia e o Cinquecento, da Fiat. Faltam também versões topo de linha do Sportage, i30, Hilux a diesel.

Mas se a opção for por um carro disponível no mercado, comprar em dezembro pode ser uma boa opção: é o mês das ofertas e das oportunidades.

Aproveitando o desejo do consumidor de virar o ano de carro novo e da disponibilidade de uma verba extra com o 13º salário, a indústria incrementa as vendas, oferece bônus às concessionárias, dá prêmios por cumprimento de metas aos vendedores, o que acaba criando boas oportunidades de compra.

As montadoras procuram fechar o ano em alta para ampliar a sua participação no mercado e assim melhor se posicionar no ranking de vendas. Mas é preciso ter cuidado para não cair em armadilhas. Algumas concessionárias oferecem IPVA grátis, mas se referem ao imposto de 2011, cuja cobrança é parcial. O IPVA de um Gol comprado em dezembro, por exemplo, é de apenas R$ 83,33, ou 1/12 do valor total do imposto. 

Além disso, ao comprar um modelo 2011/2012 você leva vantagem em pagar o IPVA mais barato, pois o imposto é calculado pelo ano de fabricação e não pelo ano modelo. 

Outro detalhe que o consumidor deve prestar atenção é o ano/modelo do carro. A maioria das fábricas já lançou o modelo 2012, mas pode ter algum 2011 no estoque. Se lhe oferecerem o 2011-2011 peça um bom desconto, porque esse carro vai perder valor mais rapidamente e você vai perder dinheiro na hora da revenda. Só vale a pena comprar um 2011- 2011 se o desconto for de pelo menos 15%, que é a depreciação média do carro brasileiro após um ano de uso, conforme estudo AutoInforme/Molicar.

Então não vale a pena esperar janeiro para comprar o 2012-2012? Não. O que importa no mercado é o ano-modelo e não o ano de fabricação. Assim, um carro 2011-2012 vai valer no mercado de usados, daqui três ou quatro ano, exatamente o mesmo que o 2012-2012.

Com o aumento da procura o preço não sobe em dezembro?

Nem sempre, e quando sobe é pouco. Com exceção de algumas marcas de importados que estão antecipando o aumento do IPI, a maioria dos carros mantém os preços no final do ano. Veja nos gráficos o comportamento do mercado nos anos anteriores. O preço do carro zero tem subido bem abaixo da inflação nos últimos anos.

Neste ano, até novembro, teve uma alta de apenas 0,31%, contra 6,6% da inflação. A grande concorrência indica que os preços – no máximo - permanecerão estáveis este mês.

Fonte: Texto de Joel Leite - site yahoo


Sucesso Sempre!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Top 10 - desrespeito a Lei Seca

Esses cidadãos e de grande representatividade em nossa sociedade; formadores de opinião; infelizmente não apoiam e ainda nos ridicularizam.


Eu, Emerson Santana e muitos brasileiros apoiamos sim esta lei e o nosso desejo é que realmente esta lei possa ser a redentora da nossa sociedade para banir de vez essas pessoas que nos envergonham e causam tanto sofrimento pela imprudência, negligência e falta de respeito para com o próximo. Trânsito é Vida!!!

Sucesso Sempre!!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A temporada de caça está aberta...


A temporada de caça ao consumidor está aberta oficialmente desde o dia 30 de novembro. Conforme mencionado no artigo anterior; Armadilhas do Governo; o COPOM (Conselho de Política Monetária) reduziu a taxa Selic de 11,5% para 11%, assim como o IOF (Imposto sobre operações financeiras) para financiamentos pessoa física, de 3% para 2,5% e da alíquota do IPI (Imposto sobre produtos industrializados) para alguns produtos. Para a linha branca, o governo reduziu de 15% para 5% e 0% para os produtos – tanquinho e fogão.

Com a injeção de bilhões de Reais na Economia devido a 1ª parcela do 13° salário e a generosidade do governo ao se abdicar de aproximadamente 2,6 bilhões de Reais em arrecadação com a redução do IPI e outros impostos com o propósito de incentivar o consumo, a temporada de caça ao consumidor começa empolgante, mas está com data marcada para acabar, isto é, março de 2012. Como o Governo brinca com a população brasileira, além de não incentivar, desestabiliza qualquer  planejamento das famílias ao agir dessa forma: veja a matéria em março de 2012. Se o prazo já tivesse sido divulgado anteriormente, as famílias poderiam ter executado um planejamento para essas compras e não terem sido lançadas ao consumo desenfreado do período de fim de ano.

Mas, atenção!!!

Algumas armadilhas estão aí para capturar e iludir os consumidores mais afoitos e com o dinheiro em mãos. Alguns comerciantes e redes de lojas estão repassando esse desconto somente para as compras à vista, ou seja, para parcelamento os valores das parcelas estão os mesmos anteriores ao anúncio do governo.

A dica é: controle-se ao impulso da compra sem necessidade, pare, pense, avalie e planeje-se.

Sucesso Sempre!!!

Texto: Emerson Santana.
*Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ – São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão em Finanças  pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Etapas para implantação do Projeto OBZ

O Orçamento Base Zero (OBZ) segue a vertente dos conceitos que buscam manter o orçamento mais flexível, bem como utilizar essa ferramenta gerencial como o principal instrumento de controle e avaliação do desempenho dos gestores.
As empresas que adotam o conceito de OBZ discutem anualmente, na época da elaboração do orçamento, cada uma de suas atividades, considerando a necessidade ou não de sua existência. É por essa razão que podemos dizer que o OBZ é a aplicação dos conceitos da reengenharia dos processos de negócio no orçamento.
Ele exige que cada administrador justifique seu pedido de verba detalhadamente, transferindo o ônus da prova para ele, que tem de justificar por que deve gastar o dinheiro. Esse processo requer que todas as atividades e operações sejam identificadas em pacotes de decisões, os quais são avaliados e priorizados pela ordem de importância, por meio de uma análise sistemática. Assim, para cada período de planejamento, o ponto de partida para as linhas de item orçado é zero.
De acordo com o OBZ, os planejadores alocam os recursos escassos da empresa em propostas de gastos, que, segundo eles, isso ajudará para que a empresa possa atingir suas metas.  Embora aparentemente lógica essa abordagem é usada principalmente para avaliar a maioria das despesas governamentais, podendo ser aplicada em empresas com fins lucrativos, não apenas para as despesas discricionárias, como pesquisa e desenvolvimento ou publicidade e treinamento pessoal.

Conceitos OBZ:
·                    Variável Base Zero (VBZ): as Variáveis Bases Zero referem-se a uma Conta ou a um grupo de Contas Contábeis / Financeiras. As Variáveis Bases Zero são os agrupamentos de Contas com as mesmas características que compõem os Pacotes.
·                    Nível Base Zero (NBZ): o Nível Base Zero, é o menor nível onde será
realizado o levantamento de dados, referem-se a um Centro de Custo ou a um agrupamento de Centros de Custo. Os Níveis Base Zero são os agrupamentos de Centros de Custo que compõem as Variáveis Bases Zero e como serão analisadas as atividades administrativas, operacionais e de vendas.
·                    Pacotes: são agrupamentos de VBZ’s com características similares.
·                    Premissas: são regras e réguas para a elaboração de cada Pacote e VBZ.
·                    Regras: elas definem o quê, quando e como alocar gastos em cada item.
·                    Réguas: são os limites pré-definidos para a elaboração do orçamento.

1° Passo: Modelo de Gestão Financeira
O primeiro ponto importante detectado para viabilizar a implantação do OBZ está relacionado à existência de um modelo denominado “Sistema de Gestão Financeira” criado para atender as necessidades da empresa. Por meio desse modelo é possível acompanhar o fluxo das informações úteis para a elaboração do OBZ. Tal modelo é apresentado por meio de um fluxograma capaz de explicar os passos e os Controles Básicos Financeiros, interligados entre si, capaz de resultar em uma DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) Financeira e a implantação do projeto orçamentário.  Na empresa, este modelo é alimentado das informações do “Diário de caixa”, do “Diário de banco”, dos registros do “Contas a Receber” e do “Contas a pagar”, bem como do “Fluxo de caixa” obtido pelo demonstrativo em que todas as informações relacionadas às entradas e saídas de caixa são integradas. Tais informações, relacionadas com os demonstrativos de faturamento e de despesas, viabiliza a elaboração da Demonstração do Resultado do Exercício, bem com na elaboração do orçamento dentro da metodologia OBZ.

2° Passo: Matriz de Responsabilidades
A partir de um plano de contas estruturado e integrado, tendo ao longo desse período uma consolidação e padronização dos lançamentos, é possível estabelecer e visualizar as variações ocorridas dentro de cada centro de custo da empresa. Isso proporciona a elaboração da Matriz de Responsabilidades através dos conceitos OBZ, adequando-se ao Plano de Contas da empresa e atribuindo aos gestores de cada setor responsabilidades à elaboração e controle das NBZ’s de acordo com as características e gestão dentro de suas respectivas funções.

3° Passo: Elaboração dos formulários de Premissas, Regras e Réguas
Elaboração dos formulários das Premissas, Regras e Réguas conforme conceitos para cada despesa do Consolidado de Despesas.

4° Passo: Elaboração dos formulários de justificativas
Elaboração dos formulários de justificativas para cada despesa do Consolidado de Despesas.

5° Passo: Planilha orçamentária
Seguindo os processos de elaboração do Orçamento é desenvolvida uma planilha orçamentária ligada diretamente aos resultados obtidos do Consolidado de Informações mediante a implantação dos Instrumentos Básicos de Gestão Financeira, o que proporciona o acompanhamento diário e mensal do Realizado x Previsto no orçamento anual.

6° Passo: Formulário de justificativas mensal
De acordo com o cronograma orçamentário é necessário realizar reuniões periódicas e mensais para acompanhamento dos resultados Realizado x Previsto. Assim sendo, cada gestor responsável pelo Pacote deve se reunir com o Gestor do Orçamento para a elaboração das justificativas de estouro ou sobra e/ou necessidade de revisar o orçamento. Este formulário nos permite acompanhar dessa forma as anomalias do orçamento nos fornecendo subsídios para uma avaliação correta eventos ocorridos.

7° Passo: Revisão do orçamento
A revisão do orçamento poderá ser feita mediante a identificação de alguma ação antes prevista no ato da elaboração do orçamento e não realizada no decorrer do ano de execução do orçamento, agindo assim de forma corretiva e elaborando novas ações de execução.

Resultados
Este projeto tem por finalidade aplicar um modelo de sistema de informação financeira voltado para pequena e microempresa, adotando uma linguagem compatível com a capacidade de interpretação das informações por parte do gestor com o objetivo de demonstrar a viabilidade de implantação de um Projeto Orçamentário, dentro da metodologia “Orçamento Base Zero” (OBZ).

Armadilhas do Governo...


De acordo com o artigo anterior, “Endividamento do brasileiro é recorde”, de Márcia de Chiara, podemos perceber que todo esse processo de endividamento foi gerado pelo crescimento do PIB de 2010 (7,5%) devido à explosão de consumo fomentados por juros baixos e prazos maiores.

Esse crescimento desencadeou um processo inflacionário que preocupou o Governo, fazendo com que no fim de 2010 o Banco Central adotasse a política de aperto no crédito com a elevação dos juros e redução dos prazos de financiamentos. Segundo Altamiro Carvalho, assessor econômico do Fecomércio-SP, essas medidas tiveram grande influências sobre o aumento da dívida das famílias e  que apontam para uma desaceleração forte do consumo a partir de março de 2012.

Essa perspectiva poderá ser revertida com o anúncio da redução da taxa Selic na próxima reunião do COPOM (Conselho de Política Monetária)  nos dias 29/30 de novembro de 2011 e mediante as declarações da Presidente Dilma Rousself nesta semana, afirmando que o país irá encarar a crise mundial como oportunidade de crescimento através do consumo, incentivado pelas facilidades do crédito a juros menores.

A pergunta que eu faço é: estamos em um ciclo vicioso sem fim?

Até quando o Governo vai promover o desenvolvimento e crescimento do país à custa do endividamento das famílias?

Até quando o Governo vai tratar a Educação Financeira como paliativa e não preventiva?

Pela dificuldade em achar as respostas para essas perguntas, devemos desde já, promover uma busca incessante por informações, por orientações de profissionais, por recursos de controles e planejamentos financeiros a fim de não sermos vitimados pelas Armadilhas do Governo...

Texto: Emerson Santana.
* Especialista em Gestão Financeira pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company


Sucesso Sempre!!!


Resolvi utilizar esse vídeo como forma de enriquecer o artigo acima, vale a pena...


"Quando o placar é favorável, esquecemos que o goleiro falhou, que o lateral jogou uma porcaria, que o futebol apresentado foi horrível - porque fazemos isso também com a Economia? ...e continuamos nesse Ciclo Vicioso...até hoje". Veja que essa entrevista é de 2009.





terça-feira, 29 de novembro de 2011

Endividamento do brasileiro é recorde...


O endividamento do brasileiro atingiu nível recorde. A dívida total das famílias no cartão de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, crédito para compra de veículos e imóveis, incluindo recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), corresponde a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e dos benefícios pagos pela Previdência Social no País, aponta um estudo da LCA Consultores ao qual o ‘Estado’ teve acesso.
Se, do dia para noite, os bancos e as financeiras decidissem cobrar a dívida total das pessoas físicas, isto é, juros e o empréstimo principal, que chegou a R$ 653 bilhões em abril, cada brasileiro teria de entregar o equivalente a 4,8 meses de rendimento para zerar as pendências. Os cálculos levam em conta a estimativa da massa de rendimentos nacional, não apenas nas seis regiões metropolitanas.
Em dezembro de 2009, a dívida das famílias estava em R$ 485 bilhões, subiu para R$ 524 bilhões em abril do ano passado e, em abril deste ano atingiu R$ 653 bilhões. Apesar dos ganhos de renda registrados nesse período, as dívidas abocanharam uma parcela cada vez maior dos rendimentos da população. Quase um ano e meio atrás, a dívida equivalia a 35% da renda anual ou 4,2 meses de rendimento. Em abril deste ano, subiu para 40% da renda ou 4,8 meses de rendimento.
“Houve uma forte aceleração do endividamento”, afirma o economista Wermeson França, responsável pelo estudo. Ele observa que uma conjugação favorável de fatores levou à disparada do endividamento do consumidor. O pano de fundo foi o crescimento econômico registrado no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Além disso, bancos e financeiras abriram as torneiras do crédito, com juros menores e prazos a perder de vista.
Dados de outro estudo intitulado “Radiografia do Endividamento das Famílias nas Capitais Brasileiras”, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), confirmam o avanço do endividamento do consumidor. De janeiro a maio deste ano, 64%, em média, das famílias que vivem nas 27 capitais do País tinham dívidas, ante 61% em igual período de 2010. O valor médio da dívida aumentou quase 18%, de R$ 1.298 mensais, entre janeiro e maio do ano passado, para R$ 1.527 mensais em igual período deste ano.
Depois da explosão do consumo no ano passado, Altamiro Carvalho, assessor econômico da Fecomércio-SP, diz que as medidas de aperto no crédito editadas pelo do Banco Central no fim de 2010, a elevação dos juros e a redução dos prazos dos financiamentos tiveram grande influência sobre o aumento da dívidas das famílias neste início de ano. “As vendas do comércio a partir de março apontam para uma forte desaceleração do consumo”, afirma o economista, justificando que a dívida vem crescendo nos últimos meses por causa dos juros.
Texto: Autora: Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo em 21/11/2011
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