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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Não faça por fazer...


Ao planejar seu orçamento, é fundamental refletir também sobre o padrão de vida que você quer levar no período que vai orçar. 

Essa é a sugestão da consultora Glória Pereira, autora de A Energia do Dinheiro (Editora Gente). Segundo ela, na prática, menos de 30% da população brasileira faz orçamento pessoal. Além de não ser um hábito dos brasileiros, acostumados a conviver com a superinflação, Glória tem outras opiniões sobre o assunto. "O orçamento está ligado à idéia de cortar despesas, ou seja, a algo negativo, difícil. Por outro lado, a pequena parcela da população que ganha mais do que gasta geralmente não acha necessário se planejar financeiramente", diz. 

O importante para não se perder em planos mirabolantes é ter sempre em mente que o dinheiro deve ser um meio para você conseguir o que quer, e não uma finalidade.Pense nisso antes de se colocar metas do tipo ganhar o primeiro milhão antes dos 40 anos. 

Um objetivo ambicioso pode, por um lado, ajudá-lo a se esforçar mais, conseguindo resultados melhores; por outro, traz uma angústia desnecessária. Ao fazer um planejamento financeiro, as pessoas perdem a objetividade e começam a sonhar com cifras impossíveis - ou até possíveis, mas que vão lhes custar um preço muito alto em termos de qualidade de vida. 

Vicky Bloch, sócia-diretora da DBM, consultoria especializada em outplacement e aconselhamento profissional, sugere que as pessoas se façam três perguntas fundamentais antes de começar o planejamento financeiro: para que poupar (comprar a casa, fazer um curso, viajar etc.), para quem (quem mais, além de você, vai se beneficiar) e quando (em que prazo você imagina realizar esse plano). "Quem junta dinheiro apenas para tê-lo é um sério candidato à frustração", diz Vicky. Ou seja, dependendo do caso, o dinheiro pode comprar sua infelicidade.

Sucesso Sempre!!!

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