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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Previdência Privada, devo fazer? Claro que sim ...


Quem planeja comprar um plano de previdência privada – um tipo de investimento para garantir uma aposentadoria confortável e a qualidade de vida na terceira idade – pode começar a viagem pela internet. As principais empresas do setor oferecem um serviço simples e interativo para que os interessados façam simulações e calculem o valor das contribuições mensais e quanto vão receber no futuro, como renda vitalícia. Para isso, basta fornecer os dados básicos do interessado, particularmente a idade atual e o ano em que pretende aposentar-se. Imaginar-se vinte ou trinta anos à frente é divertido, mas o exercício deve funcionar apenas como referência inicial e nunca como o principal critério para a escolha do plano, segundo explicam os especialistas no assunto. Trata-se de uma estimativa, não uma promessa de ganho com exatidão aritmética. O gráfico que ilustra estas duas páginas da reportagem foi montado com base em uma simulação detalhada na internet e vale ser conferido como ponto de partida. 

"Por se tratar de um investimento de longo prazo, um dos fatores mais importantes no momento de optar por um plano de previdência privada é a confiança na solidez da instituição", ressalta o economista Uriel de Magalhães, da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, e integrante de um centro de pesquisa especializado no assunto. Essa análise deve levar em conta o porte e a tradição da empresa e o peso do associado estrangeiro, quando houver. Também é importante comparar as condições oferecidas pelos planos, com atenção especial a dois itens: a taxa de administração, que é cobrada periodicamente sobre o montante investido e costuma variar de 1% a 3,5%, e a taxa de "carregamento", aquela que é descontada de cada uma das contribuições e pode ir de zero a 5%. 

Com tantas variáveis, a escolha torna-se, sem dúvida, complexa. Há, no entanto, um consolo: ela não é definitiva. Uma das novidades trazidas pelo Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL), modalidade lançada em 1998 que logo se transformou na mais procurada do mercado, foi a possibilidade de transferir os recursos de uma empresa para outra. Como o desempenho dos planos é divulgado diariamente em jornais especializados em economia, basta acompanhar o mercado para definir se vale a pena migrar para o concorrente.
Com o objetivo de tornar a previdência privada mais atraente para os ressabiados consumidores brasileiros, habituados às reviravoltas econômicas anteriores ao Plano Real, as modalidades existentes passaram a permitir o saque de toda a verba depositada já no período de contribuição. Os consultores alertam, no entanto, que sacar esse dinheiro diante da primeira emergência é um péssimo negócio. Quem faz a retirada depois de poucos meses de contribuição corre sério risco de ficar no prejuízo, já que na saída do capital há desconto do imposto de renda. O investimento só vale a pena se o capital for mantido por longo prazo. 
Nesse caso, a mordida do Leão ocorre depois de anos e anos de rendimento. "Um plano de previdência tem a missão específica de possibilitar que o padrão de vida seja mantido depois da aposentadoria. Para outros objetivos há investimentos mais apropriados", afirma o advogado Antonio Penteado Mendonça, de São Paulo.


  
Texto: Maurício Oliveira

SUCESSO SEMPRE!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Passos para organizar suas finanças!!!

O planejamento financeiro pessoal é a cada dia mais relevante na vida das pessoas, pois é através dele que conseguimos tomar decisões acertadas e nos prepararmos para as armadilhas de um mercado cada vez mais propenso a instigar o consumo das pessoas e famílias.

Conforme uma pesquisa da Fecomércio publicada em setembro de 2011, 49,2% dos entrevistados ainda tem o hábito de realizar compras por impulso, sendo que 50,8% planejam as suas compras.

A se pensar que algumas pesquisas revelam que 80% das intenções de compra se desfazem a partir do momento que as pessoas saem do ambiente de compra, pode-se afirmar que o Planejamento Financeiro é uma grande ferramenta para escapar deste impulso que traz uma felicidade momentânea, porém, uma enorme reengenharia de cálculos futuramente.

Para organizar as finanças é necessário seguir três passos primordiais, sendo eles:

Passo 1 - Fazer o levantamento de tudo o que se tem e tudo o que se deve, isto é, todos os ganhos e despesas. Ao identificar os ganhos, faça as seguintes perguntas; tenho a possibilidade de aumentar os meus rendimentos? Como fazer isso? Dentro de quanto tempo? Posso dar aulas? Vender produtos? Utilizar o meu tempo vago para outras atividades? Se a resposta for sim, ótimo, comece desde já o seu plano de ação para alcançar o objetivo de aumentar a sua renda. Se a resposta for não, você deve focar em seus grupos de despesas. Ao identificar suas despesas utilize a regra do F (Fundamental) N (Negociável) D (Dispensável) para classificá-las. Isso irá contribuir e muito para você conseguir determinar prioridades de gastos em sua vida.

Passo 2 - Identificado os ganhos e despesas o segundo passo é traçar os objetivos e ações para o aumento de receitas e redução de gastos. Geralmente, esses objetivos irão passar pela determinação de períodos curtos para que a satisfação do grande esforço  realizado seja compensatória e traga um sentimento de vitória.

Passo 3 - Traçados os objetivos, agora é o momento de traçar as metas, estratégias e vantagens para você e sua família. Um exemplo clássico: Muitas das vezes temos o hábito e o compromisso de sair com a família todos os finais de semana, claro que isso é para o nosso bem estar e de toda a família como uma opção de lazer. Ao identificar essa opção de lazer, podemos identificá-la através da regra F N D. Essa opção de lazer é Fundamental, Negociável ou Dispensável? Essa resposta pode variar em função do momento em que vivemos, mas se ela for negociável podemos diminuir o número de saídas e passeios? Já começamos a ver uma luz no final do túnel, não é verdade? Podemos substituir a deliciosa pizza por um passeio a tarde num parque de diversão com um delicioso soverte? Essas vantagens e estratégias irão muito contribuir para a realização e o sucesso do Planejamento Financeiro.

Mas lembre-se, o Planejemanto Financeiro para ser realizado precisa de três passos fundamentais:



Texto: Emerson Santana.
* Especialista em Gestão Financeira pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company



Sucesso Sempre!!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Exata Soluções Consultoria terá o seu Artigo publicado no SIMPEP!!!


A Exata Soluções Consultoria foi agraciada com a aprovação e publicação de um dos seus artigos em um dos principais Eventos da Engenharia de Produção do Brasil que será realizado no período de 07 a 09 de novembro de 2011 na cidade de Bauru/SP.


Além de brindar a Engenharia de Produção com uma temática tão atual e relevante, a Coordenação Científica do SIMPEP tem a honra de confirmar a participação de dois dos mais importantes e produtivos pesquisadores de “Sustentabilidade em Cadeias de Suprimentos” no mundo: Full Professor Joseph Sarkis (Clark University) e Associate Professor Kannan Govindan (University of Southern Denmark). Esses distintos pesquisadores conduzirão a Palestra de Abertura do SIMPEP, certamente um marco para a comunidade em Engenharia de Produção do Brasil.

A Exata Soluções Consultoria vem ressaltar a importância da publicação desse artigo fundamentado na aplicação e desenvolvimento de um Modelo de Gestão Financeira e Projeto Orçamentário voltado para o funcionamento e desenvolvimento das pequenas e médias empresas.


Evento em que o artigo foi submetido
Evento atual
Evento:
2011 - XVIII SIMPEP
Tema:
SUSTENTABILIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS

Dados da Apresentação

Dados do Artigo
Inscrição:
975
Submetido em:
13/08/2011 - 09:41:38

Status:
Aprovado

Título:
SISTEMA DE ORÇAMENTO BASE ZERO EM UM CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES.
Title:
ZERO BASED BUDGETING SYSTEM IN A TRAINING CENTER

Resumo:
GRANDE PARTE DAS PEQUENAS E MICROEMPRESAS UTILIZA MODELOS DE ORÇAMENTOS QUE SE BASEIAM EM DADOS PASSADOS PARA A REALIZAÇÃO DA PROJEÇÃO FUTURA. TAL PRÁTICA ACABA NÃO REFLETINDO A REALIDADE DA EMPRESA. POR ISSO, ESTE TRABALHO TEVE POR FINALIDADE DESENVOLVER E APLICAR UM SISTEMA DE ORÇAMENTO OBZ (ORÇAMENTO BASE ZERO) EM UM CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES, LOCALIZADO NO ESTADO DE MINAS GERAIS. AS PLANILHAS FORAM DESENVOLVIDAS POR MEIO DA FERRAMENTA EXCEL, EM VIRTUDE DO SEU BAIXO CUSTO. A APLICAÇÃO DO MODELO OBZ PERMITIU A EXTRAÇÃO DE INFORMAÇÕES E RESULTADOS DE INDICADORES CAPAZES DE AUXILIAR A EMPRESA NA TOMADA DE DECISÃO. O SUCESSO DA APLICAÇÃO ESTEVE RELACIONADO À EXISTÊNCIA DE UM MODELO DE GESTÃO FINANCEIRA CAPAZ DE FORNECER INFORMAÇÕES PRECISAS E NECESSÁRIAS PARA O PLANEJAMENTO, A ELABORAÇÃO E O CONTROLE DO ORÇAMENTO AO LONGO DO ANO.
Abstract:
MOST SMALL AND MICRO ENTERPRISES USE BUDGET MODELS THAT ARE BASED ON DATA PASSED TO THE REALIZATION OF THE PROJECTED FUTURE. THIS PRACTICE ENDS UP NOT REFLECTING THE REALITY OF THE COMPANY. THEREFORE, THIS PAPER AIMS TO DEVELOP AND IMPLEMENT A BUDGET SYSTEM ZBB (ZERO BASED BUDGETING) IN A DRIVER TRAINING CENTER, LOCATED IN MINAS GERAIS. THE WORKSHEETS WERE DEVELOPED THROUGH THE EXCEL TOOL BECAUSE OF ITS LOW COST. APPLICATION OF ZBB MODEL ALLOWED THE EXTRACTION OF INFORMATION AND RESULTS INDICATORS THAT ASSIST THE FIRM IN DECISION MAKING. THE SUCCESSFUL APPLICATION WAS RELATED TO THE EXISTENCE OF A FINANCIAL MANAGEMENT MODEL CAN PROVIDE ACCURATE AND NECESSARY FOR THE PLANNING, PREPARATION AND CONTROL OF THE BUDGET OVER THE YEARS.

Palavras-Chaves:
ORÇAMENTO; OBZ; MICROEMPRESA; TOMADA DE DECISÃO
Keyword:
BUDGET; ZBB; MICROENTERPRISE; DECISION MAKING

Área:
3 - GESTÃO ECONÔMICA
Sub-área:
3.2 - Gestão de Custos

 

Sucesso Sempre!!!

"Os meus sinceros agradecimentos a todos que participaram, contribuíram e confiaram na seriedade e grandeza deste trabalho"
"Em especial ao meu Professor Fabrício Molica da UFSJ"

"Essa vitória é nossa!!!"

Emerson Santana


XVIII SIMPEP - Simpósio de Engenharia de Produção

Prezada Comunidade de Engenharia de Produção!

É uma honra apresentar a vocês mais uma Edição do Simpósio de Engenharia de Produção da Unesp – SIMPEP. Neste ano, o XVIII SIMPEP terá como eixo de discussões o tema “Sustentabilidade em Cadeias de Suprimentos”. Esse tema vem ganhando relevância no Brasil e no mundo, com o intuito de se verificar o papel da Engenharia de Produção na promoção de cadeias de suprimentos mais sustentáveis, suas práticas correlacionadas, motivações e barreiras que estão presentes na jornada das organizações e dos sistemas produtivos na busca de uma sociedade mais sustentável. Com foco na dimensão ambiental da sustentabilidade, o objetivo do SIMPEP é apresentar ao seu público o estado-da-arte do tema “Sustentabilidade em Cadeias de Suprimentos”, seus desafios e oportunidades para o Brasil e para o mundo da Engenharia de Produção.


Como um dos expoentes dos Congressos em Engenharia de Produção, o SIMPEP assume, por mais uma Edição, o desafio de trazer uma discussão de alto nível, internacionalizada e instigante sobre um tema que se encontra na pauta do dia dos Engenheiros de Produção, a “Sustentabilidade em Cadeias de Suprimentos”, que vem ganhando destaque em alguns dos principais periódicos internacionais utilizados pela comunidade acadêmica brasileira, como pode ser constatado pelos recentes Call for Papers publicados pelo Transportation Research Part E: Logistics and Transportation Review; International Journal of Engineering Management and Economics; International Journal of Social Ecology and Sustainable Development; International Journal of Production Research; etc.


Além de brindar a Engenharia de Produção com uma temática tão atual e relevante, a Coordenação Científica do SIMPEP tem a honra de confirmar a participação de dois dos mais importantes e produtivos pesquisadores de “Sustentabilidade em Cadeias de Suprimentos” no mundo: Full Professor Joseph Sarkis (Clark University) e Associate Professor Kannan Govindan (University of Southern Denmark). Esses distintos pesquisadores conduzirão a Palestra de Abertura do SIMPEP, certamente um marco para a comunidade em Engenharia de Produção do Brasil.


Além das ilustres participações, teremos muitos outros pesquisadores brasileiros de elevado quilate, que farão contribuições para a discussão do tema central do SIMPEP.


Mantendo a política de valorização da produção científica de alto nível produzida pela Comunidade da Engenharia de Produção, o SIMPEP agraciará os melhores artigos de cada área temática, os três melhores coordenadores de área do evento, além de conferir certificados de distinção para o melhor avaliador de artigos de cada área temática do SIMPEP.


O SIMPEP ainda terá muito mais: Fórum de Pesquisa, Mini-Cursos e Mesas-Redondas com pesquisadores e dirigentes empresariais de destaque, além das já tradicionais visitas técnicas.


Não há dúvidas de que o XVIII SIMPEP será um dos grandes eventos da Engenharia de Produção no Brasil. Faça parte você também desse momento!


Com elevada estima,


Rosani de Castro

Professora – UNESP – Faculdade de Engenharia de Bauru
Coordenadora Geral do XVIII SIMPEP

Ana Beatriz Lopes de Sousa Jabbour

Professora – UNESP – Faculdade de Engenharia de Bauru
Coordenadora Científica do XVIII SIMPEP

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Preço dos importados está mais caro...isso é bom ou ruim?

De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), José Luiz Gandini , a decisão de governo de aumento do Imposto para carros importados feriu as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e a associação vai entrar na justiça contra o início imediato de vigência da lei, que estaria contra a legislação que prevê que mudanças no Imposto de Produtos Industrializados (IPI) só podem começar a valer após 90 dias. "É inconstitucional não termos o prazo que está determinado na Constituição. Quanto ao aumento não temos o que fazer. Cabe a OMC tomar uma medida sobre isso", afirmou Gandini nesta sexta-feira. 
 
Gandini diz que a associação vai escrever uma carta aberta à presidente da República, Dilma Rousseff, se mostrando contrária à medida do governo que, na última quinta-feira, anunciou um aumento de 30 pontos percentuais no IPI de carros importados ao Brasil de fora do Mercosul. "Na prática, os 30 pontos percentuais significam um aumento médio efetivo de 230% no IPI. Além disso, esse aumento é o equivalente a um aumento drástico dos atuais 355 para 85% caso tivesse sido imputado a alíquota de importação", diz o presidente. Na carta, a Abeiva solicita que o decreto 7567 (referente ao aumento do IPI) seja revisto, conforme a Constituição, com base nas leis internacionais de comércioGandini afirmou que o aumento do IPI o pegou de surpresa, ainda mais após a reunião da semana passada com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, que garantiu ao presidente da Abeiva que o aumento não seria grande que ele não deveria se preocupar.

Importados no Brasil
Segundo Gandini, a importação é a porta de entrada para que uma fábrica decida se instalar no Brasil. "Se a empresa começa a vender aqui, tem aceitação por parte do público, faz volume de vendas, com certeza ela vai querer montar uma fábrica aqui e essa medida só veio para atrapalhar esse caminho".
 
De acordo com Gandini, os carros importados pelas 27 marcas que não possuem fábrica no Brasil representam atualmente 5,8% do mercado de carros no mercado nacional e, se for considerado somente os produtos abaixo dos R$ 60 mil, essa porcentagem cai para 3,3%. "Não estamos ocupando espaço de ninguém no mercado. Não é culpa nossa se está sobrando carro das montadoras nacionais". Após a mudança, um carro importado que hoje custa em torno de R$ 60 mil, com os 25% do novo IPI, passaria a valer R$ 76 mil. E são as vendas desses carros que mais preocupam, pois, segundo Gandini, "modelos como Jaguar e BMW não encontram concorrentes no mercado nacional". De acordo com o presidente da JAC Motors, Sergio Habib, a tentativa será não repassar o valor total do IPI para os modelos esportivos de luxo. "Vamos cortar em publicidade e onde mais for possível para tentar que isso não chegue ao cliente." Caso o IPI fosse agregado integralmente ao valor do carro, uma Ferrari que custa cerca de R$ 2 milhões, com aumento de 28%, custaria R$ 600 mil a mais. O presidente da Abeiva garantiu que os carros que já estão nas concessionárias não terão seus preços alterados. "Isso pode até aumentar nossas vendas, pois quem já estava interessado em comprar e sabe que vai subir vai querer comprar agora para aproveitar". Quanto ao futuro, Gandini preferiu ser cauteloso: "Só o mercado poderá dizer como dizer como será após o fim desse estoque." A Kia ainda conta com estoque para 30 dias de vendas e a JAC Motors para mais de 30 dias. 
 
Fonte: Juliana Portugal site Terra

sábado, 17 de setembro de 2011

Calculadoras Financeiras e a Comunicação

Quanto custa um empréstimo? Hoje é muito fácil calcular o custo de uma operação financeira apenas colocando as variáveis em simples programas de computador elaborados para essa finalidade. O que agora se mostra tão elementar, entretanto, nem sempre foi assim.

Quando eu ainda era um garotão, nos anos 1970/80, fui gerente de banco. Posso afirmar: naquela época poucos diretores ou gerentes financeiros, até de grandes empresas, e mesmo gerentes e diretores de bancos sabiam calcular o custo das operações. Como pouca gente sabia fazer cálculos, quem tinha noção de juros compostos se diferenciava.

Por isso também que os engenheiros de produção tomaram conta do mercado. Todos saíam da faculdade sabendo mexer com números e encontravam as portas abertas nas organizações financeiras. E quem não sabia fazer conta, como conseguia se virar?

A história é bastante curiosa. Tanto nas empresas como nas organizações financeiras, no comecinho dos anos 1970, os profissionais, sem nenhum constrangimento, usaram umas tabelinhas. Todos tinham a bendita tabela na pasta ou na gaveta.

Assim que começavam a discutir a operação, cada um do lado oposto da mesa sacava sua tabelinha. Ali encontravam os diferentes percentuais de reciprocidade em depósitos à vista e arrecadação de impostos, taxa de juros, prazo da operação e pronto, a rentabilidade ou o custo do empréstimo estava calculado.

O problema é que tudo tinha de ser feito com os mesmos números da tabela. Se fosse sugerido um percentual de reciprocidade diferente, uma taxa de juros quebrada em décimos, ou prazo fora dos 30, 60 e 90 dias, a tabela já deixava de ter utilidade. Era comum ajeitar operações só para que se enquadrassem nas variáveis da tabela.

Até que surgiram as HPs financeiras. A primeira foi a HP 22, lançada em 1975. Com um pouquinho de conhecimento de matemática financeira, todos os cálculos podiam ser feitos com facilidade. Assim, aos poucos as tabelas foram abandonadas e os profissionais passaram a ser mais bem qualificados.

Fui professor de um programa criado no Banco Francês e Brasileiro (hoje Itaú Personalité), chamado Proforge (pró-formação de gerentes). O banco recrutava os melhores alunos das faculdades de ponta e durante alguns meses ensinava tudo o que precisavam para se tornarem gerentes do banco.

Um programa muito bem-sucedido. Até hoje, mais de 30 anos depois, é possível encontrar alguns profissionais remanescentes desses programas ocupando posições de destaque em importantes organizações financeiras. Eu orientava como calcular a rentabilidade de operações com reciprocidade em conta corrente e impostos.

Lógico que não me escolheram apenas porque eu conhecia matemática financeira e as operações bancárias, mas também para deixar claro que fazer apresentações de qualidade era, em determinadas circunstâncias, até mais importante que saber fazer cálculos.

Em 1978 guardei minha HP 22 e a substitui por uma novidade revolucionária, a HP 38E/C. Lembro-me de que fui para praia num final de semana prolongado e voltei sabendo mexer em todas as operações. Com essa máquina ficou ainda mais simples elaborar os critérios para negociar os diferentes tipos de operações financeiras.

Um ano depois, em 1979 veio a sofisticação da HP 41C e em seguida a 41CV. Dava para fazer programas com uns cartõezinhos. Eu montava os programas com as operações mais comuns e na hora de calcular bastava passar o cartão na máquina.

Finalmente em 1981 chegou a HP 12C. Nunca mais a substituí. Desde o seu aparecimento até hoje não encontrei calculadora financeira melhor. Tenho todas essas máquinas guardadas como espécie de histórico da evolução dos cálculos nas operações financeiras.

Da época das tabelinhas até aqui muita coisa mudou. Saber calcular custo ou rentabilidade de operações passou a ser competência essencial para gerentes de banco ou financeiros de empresa. Mesmo que o profissional não tenha tanto domínio, os programas de computador darão o resultado de que precisa.

E a comunicação? Há pouco tempo nosso curso foi contratado para treinar 150 executivos de um grande banco. Na conversa inicial que tive com o presidente da organização ele me disse: "Polito, estou contratando você porque de nada adianta os 'meus meninos de ouro' conhecerem tudo sobre matemática financeira se não souberem falar. Nós não estamos precisando de 'pilotos de HP'. Queremos que os nossos profissionais saibam se comunicar bem para inspirar confiança e credibilidade".

E completou: "qualquer gerente de banco hoje sabe fazer conta, mas nem todos sabem falar de forma clara, objetiva e persuasiva".

Que interessante. A mesma habilidade que os gerentes de banco e os financeiros das empresas tinham há 40 ou 50 anos é exigida hoje – a insubstituível capacidade de falar bem. É possível deduzir, portanto, que saber falar hoje é tão importante quanto saber calcular.

Fonte: Texto de Reinaldo Polito

Sucesso Sempre!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Segurança no Trânsito - Projeto do CFC Belvedere

Nossa sociedade reconhece o trânsito como sendo um de seus maiores problemas, ao lado da saúde, educação e segurança. 

No entanto, o problema do trânsito está inserido numa questão muito mais abrangente: as dificuldades crescentes de mobilidade, incluindo segurança, acessibilidade, apropriação do espaço público e qualidade ambiental. 

Assim, o projeto Segurança no trânsito: Eu faço a minha parte !, abrange o estudo crítico, reflexivo e prático sobre a mobilidade, com ênfase na segurança do trânsito, visando a participação social.

Mais uma vez o CFC Belvedere promove ações que visam cumprir o seu papel com Responsabilidade Social  para uma sociedade desamparada  e que vem sofrendo as consequências de um sistema excludente, perigoso e prejudicial à saúde e ao meio ambiente. 


Parabéns à Roberta Torres por mais esta ação e a todos os parceiros dessa campanha!!!




Sucesso Sempre!!!



terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dominar o Negócio - Elemento-chave para o seu sucesso!!!

Há inúmeras maneiras de conhecer melhor e previamente os segredos de um negócio cujos meandros você ainda não domina integralmente, mas quer se tornar um especialista antes iniciá-lo. 

Para fazer esse exercício prévio de conscentização, essencial nessas circunstâncias, é recomendável a título de sugestão que o interessado:

1- Aprenda com a experiência de um futuro sócio ou faça articulações com outras pessoas que detenham conhecimento técnico sobre o produto ou serviço foco de seu negócio;

2- Que sem prejuízo disso procure apoio e suporte nas entidades de classe que congregam empresas como a sua;
3- Assista e priorize, por relevância, conferências, palestras, feiras e exposições do seu interesse; faça cursos não só de cunho teórico, mas especialmente, aqueles que oportunizem a você a ouvir a experiência de outros empresários do mesmo ramo;

4- Frequente oficinas, faça uma seleção de revistas dirigidas e matérias de interesse que você julgue mais importantes para consolidar o seu conhecimento, procurando conhecer também ferramentas, novas tendências, produtos e serviços agregados, inovações tecnológicas, boas práticas de gestão, enfim, tudo que possa repercurtir positivamente para sua atuação no futuro empreendimento;

5- Ouça, aprenda e avalie bem o que dizem os fornecedores. É sempre aconselhável ouvir pessoas que estão fora do negócio, especialmente os fornecedores. Privilegie aqueles que possuam imagem e comportamento ético irrepreensíveis, por certo a experiência e as observações deles serão valiosas para esse seu aprendizado preliminar;

6- Alimente sua sede de conhecimento ouvindo, também, a opinião, as críticas, as observações de clientes para os quais o negócio é dirigido. Indague se estão confortáveis com o produto ou prestação de serviços. Pergunte-lhes por que, tanto no caso afirmativo como negativo. Tente descobrir, sutilmente, de que eles mais gostam e do que eles não apreciam no relacionamento.

7- Verifique e analise o que está fazendo a concorrência. Pense no que você poderia fazer melhor.

Fonte: Fecomércio Minas 2011

Sucesso Sempre!!!


Viver ou juntar dinheiro?


Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Que tal um cafezinho?

Texto: Max Gehringer

Sucesso Sempre!!!

O Idiota e a Moeda

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. 

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. 

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.


A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.


Mas a conclusão mais interessante é:
 
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
 
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
 
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
 
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
 
E o que os outros pensam... é problema deles.

Texto: Arnaldo Jabor

Sucesso Sempre!!!

domingo, 11 de setembro de 2011

Sucesso x Fracasso !!!

Parte I
Contam que certa vez duas moscas caíram num copo de leite.

A primeira era forte e valente, assim logo ao cair nadou até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair.

Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e de se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte era tenaz, e, por isto continuou a se debater, a se debater e a se debater por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu com muito esforço subir e dali levantar vôo para algum lugar seguro.

Durante anos, ouvi essa primeira parte da história como um elogio a persistência, que, sem dúvida, é um hábito que nos leva ao sucesso, no entanto...

Parte II
Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido ou acidente, novamente caiu no copo.

Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria.

Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:
“- têm um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo”.

A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, continuou a se debater e a se debater, até que exausta afundou no copo cheio ... de água!!!

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão?

Fazemos isto quando não conseguimos ouvir aquilo que quem está de fora da situação nos aponta como solução eficaz e, assim, perdemos a oportunidade de “reenquadrar” nossa experiência e ficamos paralisados.

Pessoas que já perceberam que nem sempre esposo, pais, amigos, familiares ou mesmo conselheiro espiritual pode mostra-lhes a visão isenta do ambiente ou da situação que estão vivendo.

“Reenquadrar” é permitir-se olhar a situação atual como se ela fosse inteiramente diferente de tudo que já vivemos.

“ Reenquadrar” é buscar ver através ver de novos ângulos, de forma a perceber que, fracasso ou sucesso, tudo pode ser encarado como aprendizagem.

Desta forma, todo o medo se extingue e toda a experiência é como uma nova porta que pode nos levar à energia que precisamos, à motivação de continuar buscando o que queremos, à auto-estima que nos sustenta.

Este artigo não é dedicado a todos que tem medo de errar e fracassar, mas a todos que querem VENCER!!!

Fonte: Autor desconhecido

Sucesso Sempre!!!

A lição das Pulgas

O crescimento da concorrência, a valorização do conhecimento como arma de competitividade, o ritmo frenético das inovações tecnológicas e nos sistemas de informática que aproximaram o relacionamento cliente empresa, criaram a mudança de vários valores dentro das empresas, onde organizações flexíveis são indispensáveis aos tempos atuais e a renovação contínua tornou-se matéria de sobrevivência. Diante deste cenário, fala-se muito na necessidade de mudança, na quebra de paradigmas, em reconstrução e em reengenharia. E isso pode ser bom, mas também pode ser uma armadilha.

Lembro-me de uma velha estória que recebi de um amigo de duas pulguinhas que se julgavam espertas. Em um dia qualquer as duas amigas pulgas estavam conversando e uma disse para a outra: - Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. - E daí? – questionou a amiga com curiosidade. - Daí que a nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas no mundo: moscas voam.

Depois de muito divagarem tomaram a decisão de aprender a voar. A primeira ação foi contratar uma mosca como consultora e a conselho dela entraram num programa intensivo e pouco tempo depois saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra: - Sabe? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro. Portanto, o nosso tempo de reação é menor do que a velocidade da coçada dele. Temos que aprender a fazer como as abelhas, que sugam e levantam vôo rapidamente. Mais uma vez recorreram a uma consultoria e contrataram o serviço de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. Porque, como a primeira pulga explicou: - Nossa bolsa para armazenar sangue é muito pequena, por isso temos que ficar sugando por muito tempo. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando adequadamente.

Temos que aprender com os pernilongos como é que eles conseguem se alimentar com mais rapidez. E um esperto pernilongo que se dizia o máximo lhes prestou uma consultoria sobre como incrementar o tamanho do abdômen. E as duas pulgas ficaram felizes. Mas esta felicidade durou apenas uns poucos minutos. Como tinham ficado muito maiores, sua aproximação era facilmente percebida pelo cachorro. E elas começaram a ser espantadas antes mesmo de conseguir pousar.

Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha dos velhos tempos: - Ué, o que aconteceu com vocês? Vocês estão enormes! Fizeram plástica? - Pois é, nós agora somos pulgas adaptadas aos grandes desafios do século XXI. Voamos ao invés de saltar, picamos rapidamente e podemos armazenar muito mais alimento. - E por que é que vocês estão com essa cara de subnutridas? - Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar.

E você? - Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sacudida. Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as duas pulgonas não quiseram dar a pata a torcer: - Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma consultoria? - E quem disse que eu não tenho uma? Contratei uma lesma como consultora. - Hã? – exclamaram elas - o que lesmas têm a ver com pulgas? - Tudo. Eu tinha o mesmo problema de vocês. Mas ao invés de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse bem a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela ficou ali três dias, quietinha, só observando o cachorro, tomando notas e pensando.

E então a lesma me deu o diagnóstico da consultoria dizendo: - Você não precisa fazer nada radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, uma “grande mudança” é apenas uma simples questão de reposicionamento. - E isso quer dizer o quê? – questionaram ambas. - Vocês querem saber o que a lesma me sugeriu fazer? - Isso – responderam com interesse. - Simples – disse a pulguinha com convicção – ela me aconselhou a sentar no cocuruto do cachorro. - Não entendi o porquê? – interveio uma das pulgonas. - Lá é o único lugar onde ele não consegue alcançar com a pata".

Concluindo, sobreviver, desabrochar, inovar, mostrar excelência e liderança nesta nova realidade nos exigirão ir além da eficácia e ir além da eficácia não significa passar a borracha e começar tudo de novo.

Fonte: Rubens Fava

Sucesso Sempre!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Semana Nacional de Trânsito - 18 a 25 de Setembro de 2011

TEMA: Década Mundial de Ações Para a Segurança do Trânsito - 2011/2020: Juntos Podemos Salvar Milhões de Vidas
A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, no dia 02 de março de 2010, proclamou oficialmente o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito a fim de estimular esforços em todo o mundo para conter e reverter a tendência crescente de fatalidades e ferimentos graves em acidentes no trânsito no planeta.
A decisão de adoção de uma campanha decenal mundial teve origem em vários encontros internacionais e consagrou-se no I Congresso Mundial Ministerial de Segurança Viária, realizado em novembro de 2009 em Moscou, onde o Brasil se fez representar. 
Em resolução editada pela ONU, decidiu-se que a Organização Mundial de Saúde (OMS) juntamente com outros organismos internacionais, terão a missão de envidar esforços com o audacioso objetivo de reduzir pela metade o número de fatalidades no trânsito mundial. Atualmente, registram-se mais de 1 milhão e 300 mil mortes por ano e milhões de pessoas feridas, algumas incapacitadas permanentemente, atingindo de forma majoritária aquelas na faixa etária de 15 a 44 anos de idade, significativa parcela produtiva da sociedade.
De acordo com sucessivos relatórios da Organização Mundial de Saúde, as perdas provocadas pela violência do trânsito representam uma das maiores preocupações da entidade, caracterizando-se como um problema de saúde pública com proporções epidêmicas. Na avaliação da OMS, será necessário desenvolver e/ou reforçar as ações de prevenção dessa violência em pelo menos 178 países, onde os índices de morbimortalidade no trânsito estão acima do razoável. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registra um índice de 18.9 fatalidades por grupo de 100 mil habitantes. Países líderes, alguns europeus e outros asiáticos, registram uma taxa de 5 mortes por 100 mil habitantes.
Naturalmente, a sociedade brasileira – na qualidade de vítima em potencial dessa violência - e muito especialmente a comunidade ligada às atividades de trânsito necessita que os Governos da União, dos Estados e dos Municípios acatem integralmente a decisão da ONU e as recomendações da OMS, implementando imediatamente um plano nacional para reforçar a segurança de trânsito no País.
Nesse sentido, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) elegeu para a Semana Nacional de Trânsito o tema "Década Mundial de Ações Para a Segurança do Trânsito - 2011/2020: Juntos Podemos Salvar Milhões de Vidas", cujos principais pilares a serem trabalhados são:
  • gestão nacional da segurança no trânsito;
  • infra-estrutura viária adequada;
  • segurança dos veículos;
  • comportamento e segurança dos usuários;
  • atendimento ao trauma, assistência pré hospitalar, hospitalar e à reabilitação;

Embora abrangente, o tema possibilitará que a sociedade civil organizada e  órgãos e entidades do SNT trabalhem de forma objetiva e eficaz atendendo as diversas demandas no sentido de promover a redução de acidentes. 

Assim, desde já, espera-se que o tema eleito pelo Contran seja divulgado e trabalhado junto à sociedade.

Fonte: Denatran

sábado, 3 de setembro de 2011

Novas regras para o Seguro Desemprego


Criado pela Lei nº 7.998, de 11 de Janeiro de 1990, o seguro desemprego visa suprir temporariamente as necessidades financeiras do trabalhador dispensado sem justa causa.

A nova regra determina que o empregado que negar duas vezes a uma vaga de mercado ficará sem o seguro.

Os trabalhadores que dependerem do seguro desemprego devem ficar atentos às novas regras do Governo Federal. Entre as novidades estão a suspensão do benefício para quem recusar a segunda oferta de emprego de trabalho.

O Secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos informa que a regra já entrou em vigor dês do dia 04/04/2011.

Na prática, isso significa que o trabalhador, ao dar entrada no seguro desemprego, vai fazer um cadastro com o seu perfil profissional. Esses dados serão compartilhados automaticamente entre as empresas que estão com vagas em aberto, via internet.

Caso seja detectado que há vaga que combine com o perfil do trabalhador, será feito o encaminhamento pelo Sine.

Se a empresa entender que o perfil daquele profissional atende ao que está sendo pleiteado, o trabalhador poderá ser empregado.

O desejo da criação da nova regra parte do pressuposto que todos os trabalhadores querem efetivamente entrar no mercado de trabalho. Então, o desejo é buscar eficiência nessa intermediação.

Essa regra visa minimizar as fraudes que existem no sistema. Pessoas que estão desempregadas combinam com o empregado de ser contratado informalmente, sem carteira assinada e receber o seguro desemprego mais o salário.

Foi frisado nessa nova regra que, o empregado ao ser informado da vaga, o trabalhador tem o direito de negar, mas a agência do Sine irá comunicar o fato ao Ministério do Trabalho, que irá analisar se o benéfico será suspenso de imediato ou se terá uma nova oportunidade.

Na segunda oportunidade o trabalhador recusar a oferta, o cancelamento do benefício será automático. Mas destaca-se que o empregado terá o direito de não querer a vaga, porém ele deixará de receber o seguro desemprego.

Onde o trabalhador poderá requerer o Seguro desemprego:
No Sistema Nacional de Emprego (Sine), na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) ou nas Agências credenciadas da Caixa, no caso de trabalhador formal.

Quando poderá ser solicitado:
O trabalhador dispensado terá do sétimo ao 120º dia corridos, imediatamente subseqüentes à data da dispensa, para solicitar o benéfico.

Como é feito o cálculo:
O valor do benefício será calculado com a base na média dos três últimos salários. Não será inferior ao salário mínimo. Obs: O valor máximo atual da parcela é R$ 1.019,70.

Da liberação do benefício:
As Parcelas serão liberadas a cada 30 dias da data do requerimento.

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