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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Educação Financeira x Família!!!

Um dos principais problemas do Brasil, que inibe o consumo consciente, o crédito planejado e até interfere no controle do endividamento e da inadimplência, é a falta de educação financeira.
Apesar de necessária, inclusive para adultos, a introdução da educação financeira logo nos primeiros anos da criança é mais eficaz, pois o aprendizado acontece junto com o desenvolvimento dos pequenos, fazendo, assim, realmente parte do seu crescimento.
No entanto, de acordo com o especialista em educação financeira infantil, Álvaro Modernell, alguns mitos ainda cercam o assunto e um deles é exatamente o que diz que “educação financeira não é assunto de criança”. “Tanto é que escolas públicas já começaram a inserir o tema no Ensino Médio e já existe a decisão de estender a todo Ensino Fundamental”, afirma.
Verdades e mentiras
Para desvendar mais esse universo da educação financeira infantil, o especialista Álvaro Modernell listou alguns mitos sobre o assunto. Confira e, se for o caso, reveja seus conceitos:
Mito 1 - Educação Financeira é apenas para jovens e adultos
A educação financeira pode e deve ser iniciada na infância, de maneira lúdica, antes mesmo de as crianças chegarem ao Ensino Fundamental.
Mito 2 - Educação Financeira é assunto para tratar apenas em família
A educação para a cidadania deve ser compartilhada pela família, pela escola e pela sociedade.
Mito 3 - Apenas crianças de famílias ricas precisam de educação financeira
A verdade é que todos precisam aprender a cuidar bem do seu dinheiro, seja ele pouco ou muito. O ensino da educação financeira ajuda na organização, no planejamento, na conservação dos bens, nas escolhas, a evitar desperdícios, a respeitar limites e outras atitudes que ajudam a fazer o dinheiro render mais.
Mito 4 - Educação Financeira nas escolas só pode ser feita com projetos feitos por especialistas
Qualquer escola pode estruturar e desenvolver seu próprio projeto. Mas a experiência ensina que vale a pena pesquisar sobre ações bem-sucedidas para aumentar também as chances de sucesso e reduzir riscos de escolher caminhos pouco produtivos. Ao contratar um profissional de fora, pesquise e peça referências. O assunto é muito importante para ser tratado por qualquer um.
Mito 5 - Para oferecer educação financeira, as escolas precisam investir muito
O primeiro passo é incluir títulos de literatura infantil sobre o assunto (paradidáticos ou literários) nos projetos de leitura. Não custa nada a mais. Não muda a rotina. Não exige capacitação. E alunos, pais e professores passam a ler, refletir e conversar sobre fundamentos de educação financeira naturalmente. Está dado o primeiro passo!
Fonte: Infomoney
Sucesso Sempre!!!

Dia Mundial da Poupança - 31 de outubro!!!


O brasileiro ainda é muito imediatista e pensa pouco em poupar e acumular patrimônio para o futuro. No Dia Mundial da Poupança, esta é a constatação de alguns especialistas em finanças e educadores financeiros.
Para o diretor da Pinski Consultoria, Isaac Pinski, este tipo de pensamento ainda está enraizado na cultura do brasileiro. “As pessoas acham que é 'feio' poupar e, em muitos casos, relacionam o ato à avareza”, diz o especialista.
De acordo com o educador financeiro e fundador do Instituto Dsop, Reinaldo Domingos, um dos maiores problemas é que as pessoas não associam a poupança à realização de um sonho ou objetivo futuro. “As pessoas não têm o hábito de poupar porque não se motivam para fazer isso”, acredita.
Segundo ele, é comum que sejamos estimulados desde crianças a ir às compras, sem nos preocuparmos em guardar dinheiro para o futuro. “Aprendemos que consumir era melhor do que poupar. O mais importante é mudar os hábitos”, diz.
Já o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil, não generaliza e afirma que, em determinadas regiões do País, o hábito de poupar é maior do que em outras. “Isso depende muito do lugar. No Sul, por exemplo, as pessoas poupam mais do que quem mora no Norte e Nordeste”, afirma. Entretanto, ele concorda que o valor da poupança dos brasileiros ainda é pequeno.
De acordo com Calil, além da importância para o próprio poupador, o hábito de poupar também é importante para a economia no geral. “Em termos macroeconômicos, se a nossa poupança fosse mais alta, os juros seriam menores, porque os bancos teriam mais dinheiro para emprestar”, afirma.
Abrir mão de consumir
Os especialistas afirmam que poupar não significa abrir mão de todos os prazeres da vida e deixar de fazer tudo aquilo de que se gosta. O importante é saber equalizar o orçamento e evitar gastos desnecessários, para que seja possível guardar uma parte da renda todos os meses com objetivos futuros.
“A poupança deve ser vista e entendida como um conceito de qualidade de vida”, diz Pinski. “Não adianta ser extremista e achar que é preciso deixar de fazer tudo aquilo que dá prazer. Se fizer isso, sua vida se tornará uma chatice e você não vai conseguir isso por muito tempo”, continua.
Por isso, ele afirma que o mais importante é ter um equilíbrio dos gastos para poder fazer tudo o que se tem vontade, mas de uma maneira moderada. “Você não precisa deixar de comer o bolo e nem comer ele inteiro. Pode matar a sua vontade com moderação e comer apenas um pedaço. Assim podemos nos tornar seres humanos mais felizes e equilibrados”, afirma.
Expectativa de vida maior
O diretor da Pinski Consultoria lembra que a expectativa de vida do brasileiro aumentou de forma significativa nos últimos anos. “Houve um aumento impressionante no último século, a expectativa de vida quase dobrou”, diz.
Segundo ele, o imediatismo e a necessidade de comprar e consumir tudo na hora podem vir desta época, quando se esperava viver muito menos. “As pessoas pensavam em consumir logo, já que não viveriam muito”, afirma.
Entretanto, ele diz que, nos dias atuais, é preciso mudar este pensamento. “Não dá mais para ser imediatista. É importante pensar no futuro, e a capacidade de ganho, quando a pessoa fica mais velha, é muito menor do que quando se tem de 20 a 45 anos”, diz. “Por isso, é uma obrigação consigo mesmo fazer uma poupança mensal e investir com o objetivo de garantir uma receita na aposentadoria”, completa Pinski.
Capacidade de poupar
De acordo com ele, o brasileiro poupa muito menos do que os europeus e asiáticos, por exemplo. E isso independe da faixa de renda.
“Se compararmos um brasileiro que ganha US$ 1 milhão por ano com um europeu ou asiático com a mesma renda, vemos que eles poupam muito mais. E isso acontece com quem ganha US$ 50 mil por ano e outros valores”, diz Isaac.
O especialista afirma que não existe uma regra básica para poupar mensalmente, mas todas as pessoas podem economizar algum dinheiro todo mês. “Desde aqueles que ganham menos até os que têm renda mais elevada, todos conseguem poupar. Basta ter um orçamento equilibrado e priorizar as coisas certas”, afirma.
De acordo com Calil, para os mais jovens, que ainda não têm tantos compromissos financeiros e muitas vezes ainda moram com os pais, é possível economizar uma quantia maior da renda. “Nesta fase, o jovem consegue até mesmo economizar mais do que o próprio pai, porque não tem gastos fixos”, afirma o educador financeiro.
Para Pinski, quem já possui renda, mas ainda mora na casa da família, deve economizar pelo menos 50% do salário. “Às vezes, é possível guardar até mais, cerca de 70% da renda, mas o jovem também não deve deixar de sair e fazer os programas normais para sua idade”, diz o especialista.
Quem já mora sozinho e tem gastos com a família consegue poupar menos, mas não deve nunca deixar de guardar e investir uma parte da renda pensando no futuro. “O mínimo que se deve poupar é 10% do total da renda”, afirma Calil. Mas é possível guardar mais, o ideal é conseguir chegar a 30%”, diz o educador financeiro.
De acordo com ele, o hábito de poupar traz uma série de benefícios. “Só enriquece quem poupa”, diz. “Ou seja, você nunca será rico se gastar tudo o que ganha”, completa.
Sobre o Dia Mundial da Poupança

O Instituto Mundial de Bancos de Poupança (WSBI, na sigla em inglês) foi criado em 1924 e, um ano depois, instituiu o Dia Mundial da Poupança, no dia 31 de outubro.
Desde então, a data é utilizada para conscientizar as pessoas sobre a importância do hábito de poupar e investir pensando no futuro.
Fonte: Infomoney


Sucesso Sempre!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

PROJETO DE LEI Nº 2.592/2011 - Carteira Popular

Dispõe sobre medidas para a desoneração fiscal do processo de habilitação para condução de veículos automotores para as pessoas de baixo poder aquisitivo ou em situação de desvantagem social.

A Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais decreta:
Art. 1º - O Estado adotará medidas para desoneração fiscal de taxas devidas no processo de habilitação para condução de veículos automotores, com o objetivo de possibilitar o acesso de pessoas de baixo poder aquisitivo ou em situação de desvantagem social à aprendizagem e ao processo de habilitação necessários para a condução de veículos automotores.
Art. 2º - Para os efeitos desta lei, consideram-se pessoas de baixo poder aquisitivo ou em situação de desvantagem social aquelas que se enquadrem em uma das seguintes situações:

I - tenham renda familiar mensal bruta igual ou inferior a dois salários mínimos vigentes na época do requerimento;
II - estejam matriculadas na rede pública de ensino e comprovem bom desempenho escolar;II - sejam egressas do sistema prisional.
Art. 3º - Na implementação da política de que trata esta lei, compete ao poder público:

I - analisar a viabilidade de concessão de isenções de taxas relativas à inscrição para exame de habilitação, ao exame de legislação, à expedição de licença de aprendizagem, ao exame de direção e à expedição da carteira definitiva;II - elaborar estudos sobre a possibilidade de concessão de incentivos fiscais para que os Centros de Formação de Condutores - CFCs - ofertem, gratuitamente, às pessoas a que se refere o art. 2º desta lei os cursos teóricos e  práticos necessários para a habilitação de condutores.
Art. 4º - A concessão dos benefícios de que trata esta lei não exime o beneficiário da realização dos exames necessários para a habilitação na categoria pretendida, observadas as disposições da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro - CTB.

Art. 5º - Os benefícios previstos nesta lei destinam-se a pessoas que comprovem domicílio no Estado.

Art. 6º - O disposto nesta lei não se aplica às pessoas que tenham cometido crimes na condução de veículo automotor, previstos no CTB, com sentença penal condenatória transitada em julgado.

Art. 7º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Sala das Reuniões, 20 de outubro de 2011.Délio Malheiros Justificação: Sabe-se que a falta de qualificação de inúmeros  cidadãos tem impossibilitado a inserção deles no mercado de trabalho e que a carteira Nacional de  Habilitação - CNH - tem sido um valioso instrumento de qualificação profissional, além de ser uma forma de realização pessoal e social.

Entretanto, os altos custos e taxas para obtenção de uma CNH tem inviabilizado, em muitos casos, a devida habilitação, em especial para aqueles cujo poder aquisitivo é menor ou que as vicissitudes da vida colocam em desvantagem social.

Assim, muito importante é a proposição ora apresentada, vez que permite que pessoas de baixo poder aquisitivo, jovens de escola pública e cidadãos provenientes do sistema prisional, possam obter a isenção das taxas cobradas pelo Detran relativas aos testes e confecção da habilitação, o que em muito auxiliará na redução dos elevados custos que envolvem o processo de habilitação. O mesmo raciocínio se aplica à eventual gratuidade dos cursos teóricos e  práticos ministrados pelos Centros de Formação de Condutores.

Vale ressaltar que a concessão de isenção das taxas devidas ao Detran no processo de habilitação não sobrecarregaria o orçamento do Estado, ao passo que a melhor qualificação do cidadão poderia facilitar a sua inserção no mercado de trabalho, o que, indiretamente, beneficiaria o poder público.

Outrossim, a implementação das diretrizes ora apresentadas reduziria o número de acidentes de trânsito, uma vez que qualificaria e habilitaria condutores que hoje, sabemos, em razão dos altos custos que envolvem o processo de habilitação, conduzem veículos automotores sem a habilitação necessária, em especial nas cidades do interior de Minas.
Vale mencionar, por fim, que programa semelhante já existe em outros Estados da Federação. Cita-se como exemplo a Lei nº 13.369, de 2007, do Estado de Pernambuco, não se olvidando dos benefícios que vem proporcionando à população do referido Estado.

Pelos motivos expostos, fica evidente a importância da implementação dessas diretrizes, o que será, sem dúvida, um grande avanço social.

Publicado, vai o projeto às Comissões de Justiça e de Fiscalização Financeira para parecer, nos termos do art. 188, c/c o art. 102, do Regimento Interno.

Teste - Qual a sua Permissividade no Trânsito?

Escolha, em cada questão, a alternativa que mais retrata o seu comportamento habitual, quando interage com outras pessoas no trânsito. Ao final, some a pontuação obtida e veja o resultado do seu nível de permissividade no trânsito.


01.       Quando alguém vai lhe deixar em algum lugar, com automóvel, e não existe vaga liberada para o embarque e desembarque:

a)  não se incomoda em descer em local proibido, como fila dupla, contramão, na esquina ou em local sinalizado, desde que atenda à sua necessidade;

b)  demonstra à pessoa a sua insatisfação em ter de descer em local proibido, mas se convence de que não há outro jeito;

c)  convence o motorista a procurar um lugar permitido à parada de veículo, ainda que você tenha que andar um pouco mais para chegar ao seu destino.



02.       Quando você está com um grupo de amigos em número superior à capacidade de passageiros do automóvel:

a)  entra no carro assim mesmo, se arrumando como for possível, ainda que fique apertado e/ou um no colo do outro;

b)  tenta procurar uma solução mais adequada, sugerindo que dividam os passageiros nos veículos de outros amigos, mas, na impossibilidade, resigna-se com a situação;

c)  não concorda com a situação e chama um táxi para acomodar você e outros que se convenceram de seu argumento.



03.       Se alguém lhe oferece uma carona de motocicleta, mas só tem um capacete de segurança:

a)  se for a única forma de você se locomover até onde precisa, vai assim mesmo, sem capacete;

b)  aceita a carona, mas apenas porque o condutor decidiu ficar desprotegido e lhe ofereceu o único capacete disponível;

c)  mesmo que seja a única forma de locomoção, recusa a carona.




04.       Quando um amigo lhe pede carona em seu automóvel, para ele e o filho, menor de sete anos, e você não possui o dispositivo de segurança adequado à idade da criança:

a)  leva assim mesmo, por conta da amizade, sem comentar sobre o assunto;

b)  explica para o amigo que não pode levar a criança, por não possuir o dispositivo de segurança, mas realiza o transporte, frente à insistência dele;

c)  recusa terminantemente a realizar o transporte inseguro e explica que a sua decisão procura salvaguardar a vida do filho dele.



05.       Quando você está de carona e o motorista ingeriu bebida alcoólica (independente da quantidade):

a)  vai embora com ele assim mesmo, pois confia na direção dele;

b)  explica ao motorista sua preocupação e chama um táxi para você ir embora, permitindo que ele dirija sozinho;
c)  procura convencê-lo a passar a direção para alguém que não tenha bebido ou, então, a deixar o veículo em um estacionamento.


06.       Quando você liga para o celular de alguém e a pessoa diz que está dirigindo:

a)  continua falando normalmente;

b)  diz que não quer atrapalhar e, portanto, vai falar rapidinho;

c)  diz que liga depois ou, se for muito importante, pede para a pessoa estacionar para conversar com você.



07.       Quando você está andando, na calçada, com outra pessoa e ela decide atravessar a rua fora da faixa de pedestres:

a)  atravessa junto com ela, fora da faixa;

b)  deixa-a atravessar e continua, sozinho, até a faixa;

c)  explica o perigo de seu comportamento e procura convencê-la a atravessar na faixa;



08.       Quando está em um automóvel (independente se na condição de motorista ou passageiro) e alguém não coloca o cinto de segurança (inclusive no banco traseiro):

a)  fica quieto, pois já está fazendo a sua parte, utilizando o seu cinto de segurança;

b)  informa à pessoa a necessidade de utilização do cinto e deixa a critério dela a escolha;

c)  sendo você o motorista, não segue a marcha com o veículo, se a pessoa não colocar o cinto de segurança e, sendo você um dos passageiros, exige a utilização pela outra pessoa, dizendo que vai descer do automóvel, caso não atenda ao seu pedido.


09.       Se você é passageiro e o motorista é imprudente, atendendo ao telefone celular, assistindo a um aparelho de DVD ou prestes a cometer qualquer infração de trânsito:

a)  sente-se incomodado com o comportamento dele, mas prefere não falar nada (embora o risco lhe seja igualmente potencial);

b)  deixa que ele continue no comportamento infracional e, na primeira oportunidade que tiver, comenta sobre o fato;

c)  procura impedir, prontamente, que o motorista adote o comportamento inseguro, alertando que ele está colocando a vida de todos os ocupantes do veículo em risco.



10.       Se você está em uma excursão e o ônibus utilizado para levar o grupo a um passeio estiver em fila dupla:

a)  entra assim mesmo no ônibus; afinal de contas, quem está cometendo a infração de trânsito é o motorista e não você;

b)  comenta com os outros sobre o cometimento da infração e/ou chama a atenção do motorista, mas entra no ônibus;

c)  conversa com o motorista, para tentar persuadi-lo a parar em local correto, ainda que mais distante e, na impossibilidade de convencimento, decide não entrar no ônibus e vai de táxi ao local de encontro do grupo.



Resultado: Para cada alternativa “a”, adicione 1,0 ponto e para cada alternativa “b”, 0,5 pt (não some nada para cada “c”). 


7 a 10 pontos – Você é muito permissivo no trânsito. Pode até ser alguém educado para a segurança do trânsito, mas ainda não pode se considerar um educador de trânsito. Conscientize-se de que as ações individuais não são suficientes para tornar o trânsito mais seguro, sendo necessária a colaboração de todos. Estimule os outros a seguirem o seu exemplo de motorista seguro! 


3 a 6 pontos – Você é permissivo no trânsito com certa frequência.  Embora não concorde com os comportamentos inseguros, não tem o costume de cobrar as outras pessoas. Procure fazê-lo de modo sutil, aproveitando as oportunidades para disseminar a cultura de segurança do trânsito!


0 a 2 pontos – PARABÉNS! Você é um verdadeiro EDUCADOR de trânsito, pois se preocupa tanto com seu comportamento quanto com o dos outros. Sua atitude transformadora é o ideal de todos os profissionais que atuam na área, para que a segurança do trânsito seja uma realidade no Brasil. Continue assim!

Fonte: JULYVER MODESTO DE ARAUJO, MESTRE em Direito do Estado pela PUC/SP e  ESPECIALISTA em Direito Público pela Escola Superior do Ministério Público de SP; Capitão da Polícia Militar de SP, atual Chefe do Gabinete de Treinamento do Comando de Policiamento de Trânsito; Coordenador e Professor dos Cursos de Pós-graduação do CEAT  (www.ceatt.com.br);

Conselheiro do CETRAN/SP, desde 2003 e representante dos CETRANS da região sudeste no Fórum Consultivo por dois mandatos consecutivos; Presidente da Associação Brasileira de Profissionais do Trânsito – ABPTRAN (www.abptran.org); Conselheiro fiscal da Companhia de Engenharia de Tráfego – CET/SP, representante eleito pelos funcionários, no biênio 2009/2011; Autor de livros e artigos sobre trânsito, além do blog www.transitoumaimagem100palavras.blogspot.com.

DIVULGAÇÃO (INTEGRAL) AUTORIZADA E ESTIMULADA



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Campanha!!! Não foi acidente...

É uma guerra que a gente enfrenta diariamente no Brasil: as imprudências no trânsito. São cerca de 35 mil vítimas por ano. Em média, 95 pessoas morrem por dia. “O ser humano é o único ser do planeta que mata a sua própria espécie. Nós temos que parar. A palavra intenção de matar está errada. É óbvio que ele não tinha a intenção de matá-las, porém, o final da história é o mesmo final de quem tem a intenção de matar. 

Tantas mortes acontecem por pessoas embriagadas que na hora não mediram esforços em dar um tiro ou uma facada em alguém, porque estavam com a consciência alterada. 
Quando a gente deixa de lado a possibilidade do acidente, o acidente acabou de começar. Quando você bebe e dirige, quando dirige em alta velocidade, você já começou o acidente” (Rafael Baltresca) Rafael Baltresca, teve a mãe e a irmã mortas no dia 18/09/11, vítimas de um atropelamento por um carro em alta velocidade, em São Paulo. 

Dados da Lei No homicídio culposo, sem intenção de matar, o motorista é julgado por um juiz. Se condenado, pode pegar de dois a quatro anos de prisão. A habilitação pode ser suspensa por um ano. No homicídio doloso, intencional, o motorista vai a júri popular. Se condenado, a pena é de 6 a 20 anos. A pessoa pode perder o direito de dirigir. A pena pode ser aumentada se o motorista estiver, por exemplo, disputando um racha. 

Se tiver em um racha, evidentemente, que ele assume o risco de morte daqueles que assistem, daquele que esta rachando, de outros que estão passando, e aí o homicídio é qualificado. A pena passa de 12 a 30 anos de reclusão. - ART.277, § 2° DO CTB: exame químico de dosagem alcoólica, bafômetro, o mesmo será multado e terá suspensa a sua habilitação por 12 (doze) meses. 


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Trânsito é Vida!!!

O primeiro exemplo de trânsito pode ser encontrado em nós mesmos, pois nosso organismo exige para viver um intenso tráfego interno para transporte de oxigênio, gás carbônico, liquido etc. A gestação de uma nova vida no ventre materno se faz através da inserção de um novo ser nesse trânsito. 

Portanto, trânsito é sinônimo de Vida!

Já dizia John Donne, poeta inglês do seculo XVI, que homem algum é uma ilha. Portanto, a vida se faz em comunidade que exige trocas entre as pessoas, o que importa em transitar. Na vida comunitária tanto se transita, além dos materiais, também os imateriais como os pensamentos e as idéias que passam de uns aos outros e de geração em geração que dá a noção de continuidade da vida. 

Também a própria filosofia reconhece como movimento aquilo que ocorre na mente das pessoas. Pois uma pessoa pode estar absolutamente parada para quem observa o seu corpo físico e ao mesmo tempo fazendo um enorme deslocamento filosófico, mudando sua opinião sobre o mundo e seu ponto de vista sobre a vida, etc.

Portanto, para se viver é necessário o trânsito e este por sua vez é uma evidência da vida.

Quando se observa uma cidade do alto, a bordo de um avião, numa distância em que os homens e os animais ainda não são vistos a olho nu, tem se a impressão de um cenário em que os veículos são os habitantes vivos deste planeta, pois são eles que dão todas as características de movimentação. Quando há trânsito identificamos vida. Vida importa em movimento.

Se o trânsito está em função da vida, é uma incoerência que ele produza morte, especialmente numa quantidade tão expressiva como ocorre em nosso país que alcança a absurda cifra de mais de uma centena de óbitos diários. Esse é um desvirtuamento de sua função, uma anomalia do sistema. O trânsito não foi criado para matar, mas para suprir a vida!

Temos diante de nós um desafio, uma causa a ser abraçada pela qual vale a pena viver e morrer. Foi através da conscientização de desafios desse porte que pessoas mudaram a história e contribuíram para uma nova razão de viver. Foi o idealismo que fez pessoas lutarem pela libertação dos escravos, pela transformação de colônias em países independentes, pela busca incessante de direitos civis que propiciem que as pessoas sejam reconhecidas cada vez mais como iguais. Pelo abraçamento de certas causas é que novos remédios foram descobertos, hospitais foram construídos, ajudas humanitárias se viabilizaram em períodos catastróficos e assim por diante.

Contudo, por detrás de todas estas ações que culminaram em muitas vidas poupadas e sofrimentos amenizados, estavam as pessoas que abraçaram a causa e deram a própria vida por ela. Pessoas estas que encontram uma razão maior para viver ao ponto de entender que por essa causa valeria a pena esgotar toda a sua vida e, muitas vezes, tiveram que a dar em martírio. Alguns poucos famosos que, em sua maioria, só foram reconhecidos posteriormente pela história e muitos anônimos a quem devemos a qualidade de vida que desfrutamos em nossa sociedade nesta geração.

Recolocar o trânsito, especialmente o de veículos e de pedestres no seu devido lugar, ou seja a favor da vida é, com certeza, uma dessas causas que precisam ser abraçadas. Entretanto, por duas razões principais – continuidade e dispersão, essa necessidade ainda não foi percebida. A mortalidade ocorre de maneira contínua de forma que a sociedade se acostumou a conviver com ela. É como um out-door que, depois de certo tempo, passa fazer parte da paisagem e deixa de ser notado pelas pessoas. Além disso, ao contrário de outros acidentes que, embora mais raros, concentram suas vitimas, as ocorrências de trânsito que vitimam as pessoas são dão de maneira dispersas geograficamente. Então, para a mídia as vítimas se tornam apenas frios números estatísticos.

Temos uma causa a defender e uma bandeira a empunhar solicitando o engajamento do maior número possível de pessoas para adentrarem numa área onde o roubo, a morte e a destruição estão de mãos dadas se opondo a vida. Isto exige que nos posicionemos a partir da tomada de consciência de que lado estamos nesta luta. Se do lado da vida, ou do lado da morte.

Fonte: Pedro Arruda - Centec

Sucesso Sempre!!! 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Educação Financeira

Ter uma vida financeira bem equilibrada é o sonho de muita gente e requer análise de algumas atitudes em relação ao dinheiro. Por isso a educação financeira desperta grande interesse em muitos grupos sociais, independente da classe em que se encontram. Mas a situação tende-se a agravar quando a renda vem do fruto do trabalho em seu próprio negócio, ou seja, quando o indivíduo não é assalariado e não tem aquele valor fixo todo mês para receber. Porém os gastos fixos continuam existindo, principalmente a escola das crianças, o plano de saúde, os aluguéis ou a prestação da tão sonhada casa própria, aquela fatura do cartão de crédito que não para de subir, enfim, é assim todo mês para muitos empresários.

Mas as contas não param por aqui, pois apesar da fonte de renda da família vir desse empreendimento, este precisa também manter as suas contas em dias. E é então que surgem as dúvidas, qual conta deve ser paga primeira? Para onde está indo meu dinheiro? O que eu faço para sair dessa situação?

Chega-se a pensar de que o negócio não vai bem, de que a crise econômica afetou o país de forma geral e que a empresa não é mais tão lucrativa. Será mesmo? Bom, o fato é que realmente a crise afetou sim alguns setores da economia e existem sim negócios que já não são mais tão rentáveis. Mas o caso em que se trata neste artigo não se refere a esses dois problemas mencionados que podem ser tratados a parte em outro artigo. Neste momento o assunto é a educação financeira que ficou esquecida, principalmente quando ferimos o princípio contábil da entidade que resumidamente diz que não se misturam as contas de uma empresa com as de seus sócios.

Mas é possível então manter um orçamento saudável todo mês diante dessa situação que é comum a tantos microempresários? Sim, é possível! E são duas as palavras chaves para se obter êxito nesta árdua tarefa: Planejar e Controlar.

Para isso é necessário fazer uma análise minuciosa de todas as contas da empresa e também pessoais, pois o primeiro passo é separar essas contas para então dar inicio a um orçamento empresarial e doméstico, duas coisas distintas, mas que em casos como os citados possam e devem ser feitos em conjuntos.

O orçamento nada mais é do que uma previsão de todas as despesas (gastos) e ganhos (receitas) para um período específico. Seja mensal, semestral ou anual, ele deve ser acompanhado no período seguinte com as despesas e ganhos efetivamente realizados para uma posterior avaliação e programação de possíveis cortes. Através deste controle é possível então ir aprimorando o orçamento de períodos em períodos para que ele fique ainda mais próximo da realidade de cada empresa e cada indivíduo, isto é, o orçamento não deve ser visto com uma peça engessada que gera desconforto e ansiedade, mas sim como uma ferramenta de apoio na busca do equilíbrio financeiro saudável. Não traçar metas impossíveis de serem alcançadas é a melhor solução.

A educação financeira começa a surtir efeitos quando se abandonam velhos hábitos e através da persistência novas formas são encontradas para melhorar a saúde financeira da empresa e conseqüentemente sobrar mais dinheiro para o empresário.

"Os hábitos são as vitórias do tempo sobre a vontade". (Michel de Montaigne)

Fonte: a citar

Sucesso Sempre!!!

domingo, 16 de outubro de 2011

10 dicas para planejar a viagem dos sonhos

Sabe aquela viagem que você tanto sonha, mas nunca se realiza? Aquela viagem que todo final de ano você coloca entre as dez prioridades para o novo ano? Que tal começar planejar?

Quando pensamos em fazer a tão sonhada viagem, nunca sabemos por onde começar. Se primeiro traçamos um roteiro, pesquisamos os preços dos pacotes ou negociamos as férias na empresa.

Com a ajuda do professor de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios e da assessoria da TAM Viagens, listamos os dez passos que você deve tomar para que sua viagem se torne uma realidade.

Veja as dicas que vão ajudar a economizar no preço da viagem:

1 - Planeje a viagem com no mínimo três meses de antecedência.


2 - Os voos de terça, quarta e sábado oferecem tarifas mais baixas.


3 - Voe no meio do dia, busque vôos entre 10h e 16h.

4 - Voe na baixa temporada, voos fora do período de festas e férias são mais baratos.
Mas, antes mesmo de fechar o pacote, você precisa se preocupar com algo fundamental para sua viagem: o dinheiro. Sem ele, nada de voos. Para ajudar a planejar financeiramente sua viagem dos sonhos, Cintra passou algumas dicas que considera fundamental no planejamento de uma viagem.


Veja as dicas financeiras que ajudarão você a planejar sua viagem:


5 - Planejamento é tudo: O interessado deve esgotar as possibilidades de consultas prévias quanto às alternativas de restaurantes, meios de transporte, eventos de lazer etc. No que se refere aos preços, aceitação de cartões (e possibilidades de parcelamento sem juros), diferenciação de preços por horários e dias da semana.


6 - Orçamento: Quanto está disposto (ou pode) gastar? Qual a disponibilidade? É preciso extremo cuidado com uma combinação que pode gerar muitas dores de cabeça no retorno da viagem, principalmente com as compras feitas em cartões de crédito. O orçamento deve considerar que o cartão de crédito terá que ser pago “um dia”, mas muitos esquecem disso – é a chamada “compra por impulso” – e, quando chegam as faturas, a cabeça dói. É importante que haja um bom tempo entre início do planejamento e realização da viagem e melhor que esse tempo seja utilizado, também, para “gerar caixa”, isto é, para fazer uma provisão para os gastos futuros. Planejamento é tudo e orçamento faz parte dele.


7 - Seguro: Por falar em cartão de crédito... algumas administradoras oferecem seguros de baixo custo que podem ser bem interessantes, particularmente em roteiros internacionais. Proteja-se dos inconvenientes como extravio de bagagem (lembre-se de que “bagagem” não é composta apenas por malas, mas, também, por seus conteúdos! Exatamente por isso, não é aconselhável concentrar artigos de valor mais alto em uma das malas – acomode-os nas diversas malas julgando os valores envolvidos, de maneira a minimizar riscos. 
Especificamente para o caso de viagens ao exterior, preocupe-se com despesas hospitalares, também passíveis de cobertura por diversas seguradoras. Algumas horas de atendimento médico no exterior podem significar um impacto financeiro muito expressivo.


8 - Compromissos financeiros: Enquanto você viaja, a vida prossegue. Deixe agendados os pagamentos de suas contas vencíveis no período da viagem e não esqueça de deixar sua conta corrente devidamente provisionada de fundos para arcar com os débitos que virão. Viajar e ficar pagando contas pela internet é, para dizer o mínimo, falta de imaginação.


9 - Risco cambial: Considere, também, que compras realizadas no exterior com cartões de crédito, além de imposto sobre operações financeiras (IOF), expõem o comprador ao risco cambial, isto é, à possibilidade de a moeda nacional ser desvalorizada no período compreendido entre as citadas compras e o fechamento da fatura do cartão.


10 - Reserva: Jamais viaje somente com o chamado “dinheiro certo”. Pensar que imprevistos só vitimam “os outros” pode ser a causa de muito aborrecimento. Se você pensa que coisas ruins só podem ocorrer com outras pessoas, lembre-se de que, para esses outros, você é uma das “outras pessoas”, então...

Fonte: UOL - Infomoney

Sucesso Sempre e Boa Viagem!!!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Portaria nº 2.312 - Prorrogado por + 120 dias a abertura de novos CFC's em MG.

Portaria nº 2.312, de 04 de outubro de 2011.

O Chefe do Departamento de Trânsito de Minas Gerais - DETRAN/ MG, Órgão Executivo de Trânsito e integrante da estrutura orgânica da Polícia Civil, no uso das atribuições que lhe confere o art. 22 da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro, e o Decreto nº 44.714, de 31 de janeiro de 2008;

Resolve:

Art. 1º Fica prorrogado por mais cento e vinte (120) dias, a contar do dia 12/10/2011, o prazo constante do art. 1º da Portaria nº 1.485, de 2011. (credenciamento de CFC).

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação e revoga as disposições em contrário.


Oliveira Santiago Maciel
Delegado Geral de Polícia
Chefe do DETRAN/MG

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dilma - Aviso Prévio de até 90 dias

Depois de um ano, cada ano adicional de trabalho acrescenta 3 dias.

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta terça-feira (11) a lei que estabelece aviso prévio de até 90 dias em caso de demissão. Atualmente, quando a pessoa é dispensada ou deixa o emprego, ela permanece no trabalho por até 30 dias, independentemente do tempo de serviço.

Com a mudança, o aviso prévio será proporcional. O trabalhador com um ano de emprego mantém os 30 dias, mas para cada ano adicional de serviço, o aviso prévio aumenta em três dias, até o limite de 90, no total.
 
Em caso de demissão voluntária, o empregado deve trabalhar pelo mesmo período ou ressarcir a empresa pelo tempo devido. A empresa, porém, pode optar por liberar o empregado, sem ônus. A proposta, aprovada no último dia 21 de setembro pela Câmara, tramitava no Congresso desde 1989.
 
As novas regras de aviso prévio passarão a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União, o que está previsto para ocorrer na próxima quinta-feira (13).

De acordo com a Casa Civil, o novo prazo de aviso prévio vale para demissões que ocorrerem a partir da publicação da lei no DO. Não retroage para quem pediu demissão ou foi demitido antes da vigência da nova regra, nem mesmo para quem estiver cumprindo aviso prévio quando a norma for publicada. No entanto, nada impede que os trabalhadores entrem na  Justiça pedindo a aplicação da regra no caso concreto.

Fonte: Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

Sucesso Sempre!!! 

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