Pesquisar este blog

Tradutor

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sete pecados capitais do investidor...

Errar é humano e todos nós estamos sujeitos a cometer equívocos. 

Entretanto, sempre existem alguns  comportamentos que devem ser evitados ao máximo, pois suas consequências podem ser desastrosas.

Quem investe ou pretende começar a aplicar o seu dinheiro também precisa se atentar para alguns erros considerados “graves”, para evitar perdas financeiras. 


Por isso, pedimos para o especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro, listar os sete pecados capitais dos investidores. Confira:

Pecado 1 – “Contabilidade mental”
O especialista explica que “Contabilidade mental” é o nome dado pelos estudiosos de finanças comportamentais ao comportamento de algumas pessoas que separam, mentalmente, o dinheiro em diferentes “compartimentos”.


“Imagine um sujeito que está guardando dinheiro na poupança - remunerado a uma taxa baixa - para pagar uma viagem, e não mexe naquele dinheiro de jeito nenhum. Mas ao mesmo tempo ele está com dívidas no cartão de crédito ou no cheque especial pagando taxas altíssimas”, diz Massaro.


Ele lembra que, neste caso, o mais racional seria tirar o dinheiro da poupança e pagar as dívidas, mas muitas pessoas não conseguem fazer isso. “Mentalmente, elas consideram aquele dinheiro intocável”, ressalta.

Pecado 2 – Não se informar
O segundo “pecado capital” do investidor é não procurar informação e não se educar financeiramente. “A educação financeira é uma ferramenta de liberdade pessoal, mas poucas pessoas conseguem enxergar isso. Quem é bem educado financeiramente consegue tomar suas decisões de forma muito mais clara e racional”, afirma Massaro.

Já aqueles que não investem neste tipo de educação correm um risco muito maior de tomar decisões erradas. “Ou então acabam tendo que recorrer a outras pessoas em busca de informações, que muitas vezes são tão ou mais despreparadas”, alerta o especialista.

Pecado 3 – Não diversificar
A diversificação de investimentos é uma das premissas básicas do gerenciamento de riscos. “É o 'feijão com arroz', o mínimo que alguém pode fazer. E a não-diversificação é, em grande parte, uma consequência do pecado anterior, pois a educação financeira deficiente faz com que não consigamos enxergar os riscos”, afirma.

Pecado 4 – Preconceito
O preconceito em relação aos investimentos é mais um dos erros comuns dos investidores e que pode ser classificado como um dos “pecados capitais”.

“Um caso clássico é o daquele sujeito que tem muito dinheiro e coloca tudo numa caderneta de poupança, pois ele aprendeu que era o Investimento mais seguro que existe e simplesmente não quer nem ouvir falar de outra coisa”, diz Massaro. “Às vezes ele até conhece outras alternativas tão seguras quanto e mais rentáveis, mas o medo fala mais alto e ele permanece 'abraçado' às suas crenças, sem perceber que pode não estar fazendo o melhor para si”, completa.

Pecado 5 – Investir pontualmente
O especialista lembra que investir não deve ser uma atitude isolada e pontual, e sim um hábito. “O investidor disciplinado cria uma regra para si – por exemplo, investir todo mês 10% do salário - e transforma isso em hábito, o que acaba levando a uma vida financeira cada vez mais sólida e saudável”, diz.

Já o investidor pouco eficiente, segundo Massaro, é aquele que investe algum dinheiro em determinado momento da vida e nunca mais se preocupa em fazê-lo de novo.

Pecado 6 – Expectativas irreais
O especialista ressalta que investir no mercado financeiro dificilmente é um caminho para o enriquecimento fácil e rápido,mas muita gente ainda acredita que vai dar a “grade tacada”.

“Por conta disso, a pessoa acaba se expondo a riscos elevados e pode perder (muito) dinheiro”, alerta. “É importante saber qual é o retorno médio dos investimentos mais conservadores do mercado e fazer os planos e projeções baseados neles”, aconselha o especialista.

Pecado 7 – Se “casar” com os investimentos
Comprar ações de uma empresa, esperando uma grande valorização em um curto ou médio prazo, e ser surpreendido com um movimento contínuo de queda é uma situação comum no mercado acionário.

Neste caso, o especialista afirma que é preciso ter um pouco de coragem para cortar as perdas rapidamente e preservar o capital aplicado. “Mas muitas pessoas têm dificuldade em assumir que tomaram uma decisão errada e por isso ficam ali, sofrendo e vendo o investimento 'derreter', na expectativa de que as coisas vão melhorar”, critica.


Fonte: Infomoney - yahoo - 26/01/2012


Sucesso Sempre!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Educação Financeira aumenta autonomia...

Os estudantes que têm aulas de educação financeira nas escolas apresentam uma maior autonomia para lidar com o dinheiro, de acordo com uma pesquisa do Banco Mundial, efetuada com alunos de escolas públicas participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da Enef (Estratégia Nacional de Educação Financeira), patrocinado pela BM&F Bovespa.

Segundo o levantamento, entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira na escola, o índice de autonomia financeira era de 48,86%, enquanto aqueles que tiveram aulas de educação financeira tiveram um índice de 50,91%.

Maior consciência financeira
Os alunos que assistiram às aulas de educação financeira também adquiriram um costume maior de pesquisar por produtos mais baratos e negociar o pagamento.

De acordo com dados do levantamento, entre os estudantes que tiveram aula de educação financeira, 67% afirmaram que negociam o pagamento, enquanto entre aqueles que não tiveram as aulas, o percentual é de 63%.

Em relação às marcas, 68% dos alunos que participaram do programa afirmaram que pesquisam e comparam produtos similares antes de comprar, enquanto entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira, o número foi menor (66%).

“Os resultados são extremamente positivos. Usualmente, avaliações de educação não apresentam resultados positivos em períodos tão curtos de tempo. É importante reiterar que estamos avaliando apenas os quatro primeiros meses de aplicação do projeto ”, afirmou o especialista sênior do Banco Mundial, Rogelio Marchetti.

Maior alfabetização financeira
Ainda de acordo com o levantamento, estudantes do sexo feminino tiveram maior nível de alfabetização financeira, assim como alunos com melhor condição socioeconômica e com pais que atuam no setor formal da economia.

Já entre os alunos que repetiram, pelo menos, um ano escolar e cujas famílias pertencem a grupos de baixa renda, os níveis de conhecimento nesse tema foram menos assimilados.


Reflexo da educação financeira nos pais
De acordo com o levantamento, os pais de alunos que tiveram aulas de educação financeira ficaram mais propensos a incluir seus filhos na tomada de decisão financeira da família, além de discutirem assuntos relacionados a dinheiro e orçamento doméstico.

Segundo a pesquisa, 52% dos estudantes que frequentaram as aulas de educação financeira ajudam a organizar o orçamento familiar, contra 48% dos que não tiveram estas aulas na escola.

Já aqueles que conversam com os pais sobre a questão atingiu 70% entre os que participaram do Enef, ante 67% dos que não participaram.

Pesquisa
A pesquisa foi realizada em escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais e foi dividida em duas fases. Na primeira, os alunos e seus pais responderam a um questionário com cerca de 150 perguntas a fim de medir o nível de conhecimento e atitudes em relação ao dinheiro.

Na segunda etapa, foram introduzidas nas escolas participantes conceitos de educação financeira. Entretanto, apenas metade dos jovens recebeu as atividades para que pudesse ser feita a comparação.

Fonte: Infomoney


SUCESSO SEMPRE!!!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Disparam casos de invalidez por acidente de trânsito

Alarmante!!! 

é assim que podemos dizer. 

Muito se fala em mortes no trânsito e pouco se fala sobre a invalidez e o custo social a respeito disso. Já se tornou banal falar sobre morte no trânsito, os números aumentam a cada dia nessa verdadeira guerra, assim como a invalidez que também traz muita dor e tem deixado pessoas potencialmente ativas à margem da sociedade.

Vejam a matéria e vamos divulgar, algo deve ser feito...

Nos primeiros nove meses de 2011, houve novo aumento de 52%, para 166 mil, segundo números do DPVAT, seguro obrigatório pago por proprietários de automóveis. 

Os dados revelam que a maioria dos acidentados --mais de 70% dos casos em 2011-- usava moto e está em plena idade economicamente ativa (entre 18 e 44 anos). 

O quadro preocupa a Previdência Social, que teme ter de arcar com os custos de uma geração de jovens aposentados por incapacidade. 

"O que mais tem crescido é a concessão de aposentadoria por invalidez devido a acidentes com motos", diz Leonardo Rolim, secretário de Políticas de Previdência.
Projeções apontam que o INSS gastou R$ 8,6 bilhões com benefícios gerados por acidentes de trânsito. A cifra representa 3,1% de todas as despesas previdenciárias. 

  
Fonte: reportagem de Érica Fraga e Paulo Muzzolon - Folha.com em 17/01/2012



sábado, 14 de janeiro de 2012

Aprenda a organizar as finanças do casal!!!

Alguns casais administram o lar com contas bancárias separadas. Outros encerram suas contas individuais quando se casam e passam a trabalhar com uma única conta conjunta. Outros ainda usam uma abordagem híbrida: conta conjunta para despesas da casa, contas individuais para gastos pessoais.

Não têm certeza se precisam de liberdade e autonomia ou de um sistema “um por todos, todos por um”? Não se apressem. Não há problema em juntar as finanças aos poucos, à medida que vão adquirindo confiança e experiência. Recomendamos ir devagar se os estilos financeiros forem muito diferentes.

O primeiro passo é reponder a algumas perguntas que vão identificas seus objetivos e divergências:

1 - Quais são suas ambições em relação à compra de um imóvel?

2 - Terão gastos com universidade no futuro?

3 - Qual o valor do seguro de vida ideal para vocês?

4 - Quais são suas ambições em relação a viagens? (Duas semanas de férias num lugar exótico podem custar uns R$ 15 mil hoje.)

5 - Qual o potencial a longo prazo nas carreiras que escolheram?

6 - Vocês já têm ambições específicas em relação à aposentadoria?

7 -  E, por fim, o que você faz para transformar seus planos em realidade?

Para esta conversa final, é útil a presença de um consultor financeiro. Por quê? Primeiro, estes tópicos envolvem riscos realmente grandes. Passos errados hoje podem ter imensas repercussões financeiras daqui a dez ou vinte anos. Além disso, investir é muito complicado: você precisa de um estudo em tempo integral para se manter atualizado quanto a produtos e tendências.

Por último, ao trazer uma terceira pessoa objetiva, fica mais fácil abordar assuntos espinhosos sem a interferência de questões pessoais. Se estão relutantes em consultar um especialista, considerem a ideia de participar de um seminário financeiro juntos. Finalmente, conversem sobre seu comprometimento com o prosseguimento da administração financeira inteligente.


O próximo passo é manter a mente aberta para falar de dinheiro com o seu parceiro. Ouça sem julgar – seu cônjuge é o co-piloto de sua firma de investimentos/banco/empreendimento financeiro particular. Respeite para ser respeitado. Inclua as seguintes sugestões na pauta:

1 - Viagem de volta no tempo
Conversem sobre o estilo que seus pais adotavam nas finanças. Seu pai pagava as contas numa tensa manhã de sábado, fazendo cheques sentado à mesa de jantar? Sua mãe economizava cada centavo, enquanto seu pai gastava demais? Eles poupavam – e falavam a você com orgulho sobre o poder do dinheiro – ou mal conseguiam se manter entre um pagamento e outro, independentemente do nível de renda? Acima de tudo, como a maneira de eles administrarem o dinheiro afeta o seu modo de lidar com questões financeiras?

2 - Sejam honestos sobre seus estilo de gastar
Antes do casamento, sua dívida de cartão de crédito crescia assustadoramente ou você mantinha seus cartões sob controle? Você economizava ou vivia com as contas atrasadas? Você tem dinheiro na conta bancária, mas ainda usa os tênis que comprou na liquidação há quatro anos? Você e seu cônjuge devem ser honestos sobre suas personalidades financeiras desde o início. Mesmo que elas sejam radicalmente diferentes, vocês podem desenvolver um plano de gastos que vai ajudá-los a se beneficiar ao máximo do dinheiro com um mínimo de brigas.

3 - Sonhe alto – com o futuro a longo prazo
Ao longo do caminho juntos, vocês querem ter filhos, comprar uma casa, fazer uma viagem pelo mundo, aposentar-se aos 50, pagar integralmente a faculdade dos filhos ou abrir um negócio próprio? Falem sobre esses marcos importantes que gostariam de alcançar em sua vida juntos. Vocês nem precisam chegar a um acordo sobre eles ainda. Basta enumerá-los.

4 - E sonhe baixo – com os objetivos de curto prazo.
Vocês precisam de um carro novo, móveis para a sala, uma lavadora de louça, um novo computador ou sonham tirar belas férias no ano que vem ou no seguinte? Conversem sobre isso. Aqui também não precisam concordar ou discordar agora. É mais importante apenas comunicar expectativas e desejos.


Por fim, vamos às dicas mais práticas:

Nomeie um "diretor financeiro"
A maioria dos casais deixa a execução das decisões financeiras para um dos parceiros – uma medida inteligente que otimiza o pagamento de contas e o controle de investimentos. Mas pode ser um trabalho solitário. Vocês ainda precisam fazer “reuniões de negócios” para falar de dinheiro e estabelecer diretrizes futuras. Alguns especialistas sugerem que se faça isso todos os meses. Para outros, reuniões trimestrais são suficientes.

Crie um sistema que ambos possam entender e usar
Designe um local no escritório de casa ou no quarto para guardar toda a papelada financeira, inclusive talões de cheques, recibos, contas e extratos. Crie um sistema de arquivo que funcione para vocês. Casais acostumados ao computador podem decidir fazer isso eletronicamente, usando software de gerenciamento financeiro que baixa extratos de financeiras e bancos, permite o pagamento de contas online e acompanha suas despesas com atrativos visuais, mostrando gráficos e tabelas. O que é melhor? O que der certo para você.

Registre tudo
Escreva um “manual do usuário” simples para o seu sistema – incluindo números de contas bancárias, empréstimos e cartões de crédito; senhas para operações online e tudo o mais que você poderia guardar na cabeça: datas de depósito direto de salário, datas de pagamento, etc.

(Fonte: Os 7 Estágios do Casamento – Reader\'s Digest - yahoo)

Sucesso Sempre!!!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Segredos de um líder...


Para Robert Wong – consultor considerado pela revista The Economist um dos 200 mais destacados headhunters do mundo - os grandes líderes já nascem líderes. Todas as pessoas têm a semente da liderança, mas em graus diferentes. É como dizer que todas as pessoas possuem duas pernas que usam para se locomoverem. Porém, apenas algumas nasceram para dar chutes a gol como o Pelé, ou dançar como Margot Fountain. Porém, vale ressaltar que é preciso levar em conta as circunstâncias, ou seja, se o Pelé não treinasse ou tivesse nascido na Bósnia ao invés do Brasil, não seria o Pelé.

Além disso, um líder deve ter estratégias e metas, mas esse não é o maior segredo de uma liderança de resultado. Um líder deve saber procurar e escolher a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa e, principalmente, que esteja ali pela razão certa. "Vemos o caso da seleção brasileira na última Copa. Tínhamos os melhores jogadores, na hora e lugar certo, a Copa, mas pela razão errada. Eles não estavam ali para defender o Brasil e sim, pensando, nas renovações de seus contratos e na possibilidade de conseguir uma oportunidade internacional" afirma Wong.

Ter a razão certa faz toda a diferença do mundo. Em uma entrevista de, quando o candidato responde que quer a vaga porque no trabalho em que está não há mais chance de crescer, está na verdade dando uma razão para deixar o emprego que tem, e não para conseguir o da entrevista.

Sem a razão certa, não se ganha uma guerra. Pode-se lembrar da guerra do Vietnã, onde os EUA tinham o melhor, mais capacitado e armado exército, mas o do Vietnã, apesar de paupérrimo, sem treinamento, tinha a razão certa e assim conseguiu um feito que entrou para a história.

Os verdadeiros líderes, mais do que motivam sua equipe, eles inspiram. Motivação é mover para a ação. O que é possível obter com prêmio e castigo, mas prêmio e castigo uma hora não motivam mais. Fatores externos têm vida útil curta. Podem até ser utilizados, mas não funcionarão sempre. Inspiração é inspirar a ação, é colocar para dentro. Se um verdadeiro líder conseguir inspirar as pessoas é capaz de mover montanhas. Por exemplo, Cristo foi um grande líder porque inspirava as pessoas.

Outro ponto importante que se pode destacar é que o sucesso pessoal e profissional estão dentro de nós. Só foco no profissional ou no pessoal significa que a pessoa está em desequilíbrio. É preciso haver tempo para todas as coisas: pessoal, profissional, família, estudo, academia, etc. Não é o sucesso pessoal que vai compensar o fracasso familiar, ou vice e versa. Por isso, o sucesso está no equilíbrio.

Os caminhos para ser um verdadeiro líder são: se conhecer, saber quais são seus limites. O que é fundamental, porque não dá para delegar. Segundo, ter auto-confiança, que anda junto com o conhecimento. Ninguém quer ter como líder uma pessoa que sempre fica na dúvida do que deve fazer, que caminho seguir. 'Quanto mais confio, mais eu conheço', afirma. Para concluir, todos nós já nascemos como todo o nosso potencial dentro de nós. Não podemos acrescentar mais nada. Quer descobrir para o que veio a Terra? A resposta está dentro de você.


SUCESSO SEMPRE!!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Preenchimento de cheque com data errada...


Atenção ao preencher os cheques, novas regras para 2012.

Evite custos desnecessários.


Um abraço a todos!!!

Sucesso Sempre!!!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Previdência Privada - Diferenças entre VGBL e PGBL...


No vasto mundo da previdência, provavelmente o leitor já ouviu falar em VGBL e PBGL. A diferença entre as modalidades dos produtos oferecidos pelos bancos está na forma de pagamento de imposto.
O VBGL é destinado aos que fazem declaração simplificada de Imposto de Renda (IR) e, por isso, é o mais vendido. Os números da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) mostram que a modalidade foi responsável por 78,7% do mercado no primeiro semestre, com R$ 15,61 bilhões e crescimento de 22%. Já o PGBL teve aumento de 14,52% no período, com arrecadação de R$ 2,56 bilhões.
No PGBL, o investidor conta com o incentivo fiscal concedido aos planos de previdência. Com isso, pode deduzir de sua base de cálculo do IR as contribuições feitas a esses planos até o limite de 12% de sua renda bruta anual.
Não há incidência de IR sobre os 20% de ganhos na fonte, como acontece com os fundos de investimento. Mas, no momento do saque, será cobrado IR, de acordo com a tabela de alíquotas da Receita Federal. O PGBL foi planejado para gerar uma renda adicional à da previdência pública e os resgates são considerados renda e sofrem tributação, como um salário.
Já o VGBL não conta com esse incentivo. Em compensação, o investidor não é tributado com base na tabela progressiva no momento do resgate ou do recebimento do benefício, como ocorre no PGBL. Sua tributação acontece apenas em relação ao ganho de capital - ou seja, o lucro, diz a Fenaprevi.
Alíquotas
Na previdência privada, há dois tipos de regime tributário. No progressivo, quem se aposenta com rendimentos mais altos paga mais imposto. Uma renda mensal tributável de até R$ 1.434 não paga, diz a Brasilprev. Entre R$ 1.434 e R$ 2.150 a alíquota é de 7,5%, com parcela a deduzir de R$ 107,00. Até R$ 2.866, a taxa é de 15%, ou R$ 268. Rendimento até R$ 3.582 paga 22,5%, com dedução de R$ 483. Rendas acima de R$ 3.582 pagam 27,2%, ou R$ 662.
No sistema regressivo, quanto mais tempo o dinheiro permanece no fundo de previdência privada, menor a alíquota do imposto na hora do resgate. Se o investidor deixar seus recursos no fundo por dois anos, paga 35% de IR. A cobrança de imposto cai cinco pontos percentuais a cada dois anos. Ou seja, se o investidor mantiver seus recursos por mais de dez anos, pagará apenas 10% de IR.
Fonte: Aline Cury Zampieri, iG São Paulo | 08/09/2010 - postado em 02/12/2012 site iG Economia
Sucesso Sempre!!!

Glossário das Finanças Pessoais

Ações – São papéis emitidos por empresas públicas ou privadas que representam pequenas partes de seu capital. Quem compra ações se torna sócio da empresa, que então é obrigada a prestar contas periodicamente a seus acionistas. As ações têm seu valor definido livremente pelo mercado, pois são negociadas diariamente nas bolsas de valores. Por isso, as oscilações no valor do papel podem ocorrer de maneira brusca. É comum uma empresa perder 10% de seu valor, por exemplo, após o anúncio de um resultado financeiro ruim ou de algum problema de gestão. Da mesma maneira, as ações da mesma companhia podem subir rapidamente se o mercado for informado de uma boa notícia que afete positivamente os seus negócios. É um tipo de investimento indicado para pessoas com alguma experiência e conhecimento do mercado financeiro, pois é de alto risco. Para o longo prazo, porém, é considerado a melhor opção pela maioria dos analistas.

Bolsa de Valores – No Brasil, a principal é a BM&FBovespa, de São Paulo. Nela são negociadas ações de empresas e montadas as chamadas operações futuras – nas quais os investidores fazem apostas sobre a variação na cotação de determinados ativos. A BM&FBovespa também abriga o mercado de commodities e de metais brasileiro – preços de mercadorias como o milho, a soja e o ouro são definidas nos seus pregões. Apenas corretoras credenciadas estão aptas a negociar na bolsa. Portanto, para comprar ações é preciso entrar em contato com alguma delas.

Renda fixa – São todos os investimentos que pagam uma remuneração pré-estipulada. Os fundos de renda fixa oferecidos pelos bancos, por exemplo, compram títulos do governo federal e repassam aos investidores parte dos juros que eles rendem – a instituição fica com a chamada taxa de administração dos fundos. Também são considerados de renda fixa papéis como CDBs (títulos emitidos pelos bancos), a caderneta de poupança e as letras do tesouro nacional (veja o item Tesouro Direto), entre outros. São investimentos considerados seguros e devem constar da carteira de investimentos de todos os poupadores, segundo os especialistas.

Renda variável – Assim são chamados os investimentos que oferecem uma remuneração livre, determinada pelo mercado financeiro. As ações de empresa são o principal exemplo. O investidor compra um papel num determinado dia e não tem como prever qual será a variação da cotação daí em diante. Ele pode tanto perder quanto ganhar dinheiro. Investimentos em imóveis também são considerados de renda variável, pois não é possível garantir por quanto ou mesmo se os bens serão alugados no futuro. A renda variável é recomendada para investidores mais experientes. É considerada, porém, fundamental para a montagem de uma carteira de longo prazo.

Previdência privada – Trata-se de uma forma de complemento à previdência oficial. A grande vantagem é a possibilidade de se investir até 12% ao ano do total que seria pago em imposto de renda pela pessoa física. O imposto será pago apenas no momento em que o investidor começar a se beneficiar com retiradas, no momento de sua aposentadoria. Isso significa que um dinheiro que seria destinado ao governo ficou rendendo durante anos em nome do titular do plano de previdência privada. Os planos mais comuns são chamados de PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). É preciso pesquisar muito para se certificar da solidez da instituição financeira que oferece o plano, as taxas cobradas e o perfil de investimento de cada fundo. Os planos podem ser comprados em bancos.

Tesouro Direto – Criado há dez anos pelo governo federal, o Tesouro Direto permite que os cidadãos comprem diretamente títulos públicos sem precisar da intermediação de bancos ou corretoras. É considerado uma ótima opção para investidores mais conservadores. Tem de ser comprado por meio de corretoras de valores, sendo que diversas delas não cobram para fazer a transação.

Fonte: iG São Paulo 02/12/12

Sucesso Sempre!!!

Continue nos visitando