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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Perdeu o controle das finanças?


O consumo, muitas vezes, pode ser um vício. E comprar de forma descontrolada, sobretudo, itens desnecessários pode gerar dívidas difíceis de administrar. Se você se identifica com essa situação, mas realmente deseja colocar as finanças em ordem, a solução é cortar as brechas por onde possa haver descontrole das despesas.
A autora do livro “Assuma o controle das suas finanças”, Denise Campos de Toledo, dá uma série de dicas que podem ajudar nesse processo. E a primeira delas é começar restringindo seus meios de pagamento. Embora os consumidores possam ter diversos cartões de crédito, um de cada banco, se não souber se controlar, é melhor que não tenha.
“Se tiver vários, é melhor cancelar alguns. Fique com apenas um deles – com o de limite menor – e use-o somente para uma compra planejada”, sugere. Denise também aconselha os descontrolados a não saírem de casa com o cartão, assim evita-se as tentações.
A autora reconhece que a culpa não é apenas dos consumidores. Com tanta propaganda, que nos atinge via televisão, telefone e ofertas aparentemente irresistíveis, além da facilidade de comprar o mundo na comodidade do lar - via internet -, perder o controle realmente fica fácil.
Cuidado com o crédito caro
Além de manter o cartão de crédito o mais afastado possível das mãos, vá ao banco e peça uma redução dos limites do cheque especial. É importante entender que esse limite não é uma renda adicional. Mas, sim, um dinheiro que você paga para ter acesso. Lembre-se que o limite do cheque especial e o rotativo do cartão de crédito são as linhas de crédito mais caras do mercado.

Com um limite reduzido, por mais que você seja descontrolado, o estrago que vier a fazer será pequeno. Ainda na estratégia de reduzir suas modalidades de pagamento, evite andar com o talão de cheques. Quando for sair, leve apenas uma folha – apenas para o caso de uma emergência.
Gastos rotineiros
Até nas compras inevitáveis, ou seja, aquelas que fazemos rotineiramente como supermercado ou farmácia, é preciso reduzir as possibilidades de gastar mais do que o previsto, para não comprometer o orçamento. Nesses casos, a sugestão de Denise é que o consumidor faça uma lista prévia, calcule o quanto vai custar a compra e leve apenas o valor suficiente. Mas e se faltar dinheiro? A resposta é simples: paciência. Priorize as necessidades.

No lazer também vale alguns cuidados. Quando for ao cinema, prefira os que ficam fora dos shoppings ou galerias. Se não for possível, leve apenas o dinheiro dos ingressos e da pipoca.
Lazer
Quando estiver planejando uma viagem, lembre-se que aqui também é possível sair da linha. Se puder, pague antecipadamente a maior parte das despesas, como hospedagem, refeição e até os passeios. Quando já estiver no local, sempre saia do hotel com pequenas quantias. Gaste somente o que tiver planejado. Caso contrário, a satisfação das férias poderá se diluir em meio às dívidas.

Outro tema importante e que normalmente complica a vida dos descontrolados são as liquidações e promoções. Muitos pensam que comprar produtos em liquidação ou promoção é uma forma inteligente de usar o dinheiro. Grande engano. “Comprar o que não precisa (mesmo que em promoção) é jogar dinheiro fora”, diz Denise.
Fonte: InfoMoney - site do yahoo em 28/06/2012

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