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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Simulador - obrigatório a partir de 2013!!!

Autoescolas terão até o dia 30 de junho de 2013 para se adequar. Protótipo do simulador está exposto no Salão do Automóvel de São Paulo.


O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu, na última quarta-feira (31), que será obrigatório o uso do Simulador de Direção Veicular em todos os Centros de Formação de Condutores (Autoescolas) do país, para habilitação na categoria “B” (automóveis e comerciais leves).


Serão cinco aulas de 30 minutos com conteúdo didático, como conceitos básicos de condução, marchas, aprendizado de circulação em avenidas, curvas, estradas, vias de tráfego, regras de segurança, congestionamento e em situações climáticas e de risco. Os futuros condutores só poderão utilizar o simulador após o cumprimento da carga relativa às aulas teóricas-técnicas, e antes da realização do exame teórico.



As aulas serão ministradas pelo instrutor de trânsito, o diretor de ensino, ou o diretor geral do Centro de Formação de Condutores (CFC), que deverá acompanhar e supervisionar de perto cada candidato. O equipamento poderá ter o seu uso compartilhado por um ou mais autoescolas.

De acordo com comunicado do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), as autoescolas terão até o dia 30 de junho de 2013 para se adequar às normas estipuladas para o uso do equipamento. O objetivo é utilizar a tecnologia para qualificar a formação de novos condutores e ter mais segurança no trânsito.

Conforme estabelecido pelo Contran, a simulação na prática de direção veicular deverá ser ministrada em equipamentos homologados pelo Denatran, sob a fiscalização dos órgãos executivos estaduais de trânsito e do Distrito Federal.

Simulador está no Salão de SP

O protótipo do simulador está no estande do Ministério das Cidades, no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo (foto), para conscientizar os motoristas sobre a necessidade de cumprir as regras no trânsito. O estande é uma das ações da Campanha Permanente para Redução de Acidentes no Trânsito, do governo federal, para reduzir pela metade o número de mortes no trânsito até 2020.

“O simulador será mais um instrumento que qualificará o treinamento dos novos motoristas, para evitar acidentes nas ruas”, disse o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. A ideia é que o motorista se sinta mais seguro em dirigir o carro nas aulas práticas.

Para a implantação do simulador nas autoescolas, foi necessária alterações na Resolução Contran nº 168/2004, que institui as normas e procedimentos para a formação de condutores de veículos automotores e elétricos, e na Resolução Contran nº 358/2010, que trata de procedimentos de credenciamento de instituição ou entidades publicas ou privadas voltadas ao aprendizado de candidatos e condutores.

Fonte: Márcia Sousa www.g1.com Foto: Roberto Stuckert Filho/PR / www.radioriovermelho.com.br


Opinião

Todos os esforços feitos para a melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem devem ser tratados como algo louvável. 

Utilizar cada vez mais recursos tecnológicos para promover a conscientização dos motoristas sobre a necessidade de cumprir as regras de trânsito, também deve ser tratado como algo louvável.

Afinal, é perceptível a mudança ocorrida no processo de ensino praticado nos Centros de Formação de Condutores pelos Instrutores de Legislação, Diretores de Ensino, através de  aulas práticas,  recursos multimídia, projetores, vídeos de sites especializados e outros aparatos mais.

Um simulador, tendo o seu propósito de auxiliar, promover simulações e experiências ao aluno antes de iniciar a prática de direção, também irá contribuir muito com o processo de aprendizagem, facilitando e minimizando os riscos inerentes das aulas práticas para o aluno, o instrutor e cidadãos no trânsito.

Mas, uma dúvida paira sobre os proprietários de CFC's:

Os CFC's são micro empresas, geralmente administradas pelos seus proprietários mais pelo conhecimento técnico do que realmente pelo conhecimento gerencial. 

Geralmente, são empresas que tentam sobreviver a cada ano para conseguir atender às exigências sempre impostas para a renovação do alvará. Agindo assim, essas empresas acabam deixando de lado as ferramentas imprescindíveis à uma boa administração; como planejamento, organização, controle, direção, designação. Esse tipo de comportamento é peculiar neste setor, são tantas as imposições, que falta tempo e energia para pensar na própria empresa.

Pensar na própria empresa, significa minimamente, aplicar as funções básicas da Administração, se planejar, controlar os seus custos, focar no mercado, atender bem os seus alunos,  clientes e focar no seu objetivo de formar um cidadão para o trânsito. Indo um pouquinho mais além, é saber não de forma intuitiva e sim técnica, se mais este aparato e exigência irá trazer retorno para empresa e em quanto tempo. 

As empresas poderão aumentar os seus preços? O mercado pagará por isso? Qual o tempo mínimo para o retorno deste investimento?  Existe mão de obra farta no mercado? Como investir mais no processo de qualificação dos funcionários? Depois desse processo, a carga horária das aulas práticas não deveriam ser aumentadas também para desenvolver ainda mais a prática e habilidade do aluno dentro do ambiente e sistema trânsito? 

Entendo que esta prestação de serviço deva sim seguir em uma via de mão dupla, preocupado com a melhoria no processo de aprendizagem;  tendo o foco de termos motoristas mais conscientes, preocupados com a vida, com o respeito mútuo no trânsito; mas também, um amparo e respeito maior para com esses profissionais e proprietários destas empresas, que tanto fazem por cada cidadão. 

Primar pela vida, formar condutores, melhorar o processo de aprendizagem é responsabilidade de todos nós, profissionais ou não do trânsito, mas não podemos esquecer que é de inteira e total responsabilidade do nosso governo amparar a sociedade com mais Educação, através de campanhas educativas, com a melhoria da infra-estrutura das cidades e rodovias, assim como, aumentar a fiscalização. 


Veja o vídeo: Ana Maria Braga testa o simulador de direção

Texto/Opinião: Emerson Santana.
* Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ – São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão em Finanças  pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão, Educação e Segurança para o Trânsito - Belo Horizonte/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company

15 comentários:

  1. Excelente comentário, Emerson!

    Temos ai grandes ferramentas tecnológicas para auxílio no ensino aprendizagem e que de fato, tem que ser louvável, pois se for bem utilizado, pode sim contribuir e muito para a formação de um bom condutor.
    Mas ai também entra um grande vilão! A burocracia, o preço, as alterações necessárias para as adaptações, etc... E como todos nós sabemos, os administradores de CFCs geralmente estão trabalhando na rua, dando aulas de direção e acabam não tendo tempo para administrar seus negócios com uma visão mais ampla ou não se tem a habilidade técnica necessária para tal. Na maioria das vezes até por falta de tempo para se atualizarem e se qualificarem para tal.
    Ai vem a questão! A empresa (CFC) tem que comprar. Isso quer dizer custo ou investimento? Caso seja investimento, qual o prazo de retorno do dinheiro investido em tal equipamento tecnológico?
    São questões que de fato levam muitos proprietários de CFCs a refletirem sobre seus negócios...ai eu não entro...

    Mais uma vez, ótimo post.

    Abraços,
    Flávio Márcio M. Gomes
    Auto Clique - Aprendizagem em velocidade máxima
    www.autoclique.com.br

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    Respostas
    1. Grande Flávio, obrigado mais uma vez por participar e nos acompanhar ativamente. Fico feliz por ter compreendido a mensagem e sei que você tem pleno conhecimento também da realidade dos CFC's, afinal, você tem um ótimo produto para este segmento. É inaceitável perceber o quanto os empresários são penalizados neste segmento. Um grande abraço.

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  2. Toda a tecnologia é sempre bem vinda, principalmente no melhoramento e aperfeiçoamento da aprendizagem afim de diminuir os acidentes de trânsito sempre visando consequentemente a diminuição no número de obtos danos pessoais.
    Mas com o valor atual de nossos cursos de Legislação e aulas de direção fica cada vez mais difícil novos investimentos nos CFCs, mais uma vez se não unirmos a categoria em busca de novos valores e barrar estas medidas que são impostas por goela abaixo sem o menor questionamento com os empresários do setor está cada vez mais difícil nosso futuro.

    Celso A. Carvalho
    Instrutor, Diretor Geral e Ensino
    31-9664-8444

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  3. Bom dia, boa tarde ou boa noite, caros colegas dos CFCs.

    Excelente texto, notável observação do caro colega Emerson Santana.

    Tudo que foi expresso nesse Email é fato.Posso dizer aos que trabalham ou trabalharam em nosso seguimento, que são testemunhas e provas vivas e
    sabem que 99% dos sócios proprietários de CFCs em Minas gerais, são investidores e ao mesmo tempo instrutores, professores, atendentes, office boy, contadores entre outros, dentro de seus ambientes de trabalho ao mesmo tempo, muitos não tem vidas sociais com famílias, muitos viciados em álcool, usam seus veículos tanto para o trabalho quanto para sair quando podem.Quanto fica o custo de um veículo em seu CFC? quanto pode custar um aluno ou um cliente ? quanto fica um funcionário?quanto fica para manter funcionando um CFC aberto? pode custar sua vida, sua sáude e sua familia. A cada época, várias mudanças , onde precisamos investir, na estrutura, material didático, mão de obra qualificada e não fazem , pois não tem condições de pagar. Queremos excelentes resultados, Não sou contra, é claro precisamos investir para preservar o direito a vida,mas afinal todos precisam ganhar. Com menos acidentes, o Estado será o primeiro ,terá menos gastos com a Saúde,com indenizações, com custas judiciais entre tantas outras. Precisamos de subsidio do governo.Se o governo ganha , penso que é mais que justo , nos possamos ganhar também, o individuo ganha, a familia e toda sociedade também.Então se é obrigatório, se o estado exige, ele tem que nos dar condições para tal.Não sou eu que estou querendo o simulador, acredito que também nenhum de vocês, mas é preciso e o Estado está exigindo , mais justo ele nos ceder o equipamento , ele também será beneficiado com os milhões de reais que deixaram de gastar. Somos donos de empresa privada, MAS não comandamos ela, ó Estado é quem comanda e não temos nenhum incentivo do governo para educar no trânsito.Ajude a pensar o que pode ser feito.

    Obrigada.
    CFC ARCO VERDE.

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  4. Prezado,
    Realmente excelente comentário!
    Contudo, as variáveis levantadas por você no texto, não deixarão de existir, e quem é proprietário de CFC terá de ser hábil para se manter no mercado.
    O que gostaria de dizer é que, nossa representação sindical, instituição que deveria ser atuante na resolutividade destas implicações, não é. Portanto, fica registrado meu descontentamento em relação ao jogo de interesses dos responsáveis pela coordenação destes órgãos. Realmente, eles são os porta vozes do estado.
    Saudações aos caros colegas.
    Gustavo Maran
    (Psicólogo)

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  5. Olá Luciana,

    concordo plenamente com tudo o que vc disse e foi o que eu quis retratar, tanta cobrança, tanta imposição, para um segmento ainda amador. Só que o Estado está transferindo toda a sua responsabilidade e incompetência para a iniciativa privada de forma arbitrária, por imposição e força do poder. Quando eu digo o Estado, estou dizendo o País em todas as suas esferas, seja ela Municipal, Estadual e Federal. Mais uma vez ontem tentei ligar na Policia Rod Federal devido a um caminhoneiro que circulava na BR040 sentido Anel Rodoviário a 120 km/h, acredite. Cadê a fiscalização? Cadê a melhoria da nossa infra-estrutura em rodovias? Ai cobram de nós o papel da Educação? Isso é um tripé - EDUCAÇÃO - INFRA-ESTRUTURA - FISCALIZAÇÃO - só nós estamos fazendo a nossa parte.... Chega!!!

    Emerson Santana


    Em 6 de novembro de 2012 22:20, LUCIANA PROFESSORA DA AUTOESCOLA ARCOVERDE escreveu:
    Boa noite Sr. Emerson, não vejo problema em divulgar o email. Penso que estas certo em procurar mostrar ao povo de CFC a realidade.É louvável todos os tipos de tecnologias inovadoras,mas o que faremos com aquele simulador que nunca serviu para nada, somente para protocolo de aprovação de credenciamento e ocupar lugar e que foi muito caro,se tratando da falta da efetividade da utilização e sua falta de eficácia. Agora quem vai pagar pelo novo investimento? , teremos custos altos,onde vamos tirar o dinheiro? dobrar horas de trabalho? sacrificar mais nossos funcionários?Temos que mobilizar , protestar, para conseguirmos ajuda e juntos seremos força e conseguiremos nossos objetivos.Não devemos simplesmente curvar a cabeça e fazer de conta de que nada esta acontecendo. Vale lembrar que que não sou contra o simulador, mas precismos de meios para adquirir.
    grato.
    Luciana

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  6. Na minha opinião, acho a idéia até interessante, mto legal estamos evoluindo, modernizando, mas esqueceram de olhar o todo. Isso tdo me faz refletir:

    Onde chegaremos? Será que o cliente realmente vai querer pagar para fazer aula em um simulador? Como vamos custear um simulador neste valor cobrando 670,00 em aulas praticas ou até mesmo menos? Pq o simulador será obrigatório? Pq os proprietários de CFCs não forão consultados?Haaaa a opinião dos empreendedores que continuam de portas abertas e gerando empregos não vale a pena somente no momento do voto???? Será que existem pessoas atrás disto tudo, levando vatangem ou até mesmo ganhando algum por fora??

    Deixando claro, eu não sou contra o simulador só apenas acho que o governo teria que custear ... cdê o dinheiro dos impostos, das multas que pagamos.

    Infelizmente, vamos aguentar de novo tudo caladinhos pq queremos ser um melhor q o outro, pq vamos ganhar dinheiro e ficarmos ricos... Olha q bom.

    Peço a Deus que me dê sabedoria, força e conhecimento, que eu possa suportar de portas abertas.

    Abs
    Tatiana Lemos

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  7. O que pensa os especialistas em trânsito sobre a lei do CONTRAN, que exige para a 1ª habilitação apenas ser “alfabetizado” (ler e escrever). Então será que tendo no mínimo estes requisitos, dirigir um simulador, assistir 45hs teóricas, concluir 20 aulas práticas é o suficiente para um trânsito seguro? Será que pessoas com pelo menos o 1°grau completo, teriam mais dificuldade de aprender? Um povo sem educação tem discernimento? A educação não vale nada? Isto não seria uma forma de incentivo ao estudo?
    Abraço
    Jeferson Martins

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  8. Bom dia caros colegas!
    Estou de acordo com a opinião de todos. A tecnologia tem avançado cada vez mais, e acho muito interessante usá-la a nosso favor. Porém, eu também concordo que o simulador não vá resolver, ou seria uma ferramenta tão eficaz para resolver os problemas do nosso trânsito. Teoria, o aluno aprende na sala teórica, e como disse uma de nossas colegas, sabemos que a prática vai muito além dessa. Também concordo que seria mais proveitoso aumentar a quantidade de aulas práticas ao invés de usar um simulador, que como o próprio nome diz, seria uma simulação, bem diferente da vida real. Eu, como proprietário de um CFC, sei o quanto é difícil desembolsar um valor tão alto para um equipamento que não trará retorno financeiro a empresa. Não estou pensando só em dinheiro, mas sabemos que o custo mensal de um CFC não é barato, e, infelizmente o CONTRAN dá as ordens e nós cumprimos de boca fechada. Reforçando, não sou contra o simulador, porém penso que o governo DEVERIA nos ajudar a custear esse equipamento. Deveríamos nos unir e buscar melhorias que nos favorecessem, automaticamente favorecendo nossos futuros condutores. Grande abraço! Bom fim de semana.

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  9. Caros colegas.

    Assim como alguns dos senhores, terei dificuldades hoje em adquirir o simulador. Isso porque acabei de respirar após os investimentos em outra sede para atender a resolução 358 e portarias afins.

    O que me mais me incomoda são as regras em doses homeopáticas. Será que os competentes consultores técnicos do CONTRAN não pensam no todo que eles querem? O que eles realmente querem? Acredito que nem eles mesmos sabem. Um ano exigem isso no outro aquilo e assim, nossas empresas vão remando conforme a maré manda. Não temos tempo para nos organizar nos planejar. Haja paciência.

    Agora. Voltando ao simulador. Nós, brasileiros estamos acostumados com esse modelo materno de cobrarmos do governo que nos ajude, que tenham pena da gente, e vamos nos fazendo de coitados. Como falei, terei dificuldades de comprar o simulador sim. Nem sei ainda como farei com a sala para colocá-lo, mas e onde entra nossa veia empreendedora?

    ONDE ESTÃO OS EMPRESÁRIOS DESSE SEGUIMENTO????

    Se nos foi exigido o simulador, se existem estudos que comprovem que ele é bom se foi o governo que nos obrigou a tê-lo em nossas empresas e que os alunos serão obrigados a fazer as tais 5 aulas neles. Então, como o empresário tem que pensar?

    Vai aí a resposta: Temos que pensar onde o simulador vai nos dar a possibilidade de aumentar o nosso faturamento, aumentar os nossos lucros. Afinal de contas nossas empresas servem pra que?

    Formar condutores (papel social)
    Educar para o trânsito (papel social)
    Criar empregos (papel social)
    Gerar lucro para os seus sócios (obrigação de qualquer empresa. Desde a padaria do sr. Joaquim até a Aplle.

    Vamos parar de querer do governo que nos ajude. Não somos ONGs.

    Com isso, solicitei ao nosso colega Emerson Santana que faça um estudo minuncioso a respeito do custo do simulador, custo com aluguel (para aqueles que terão que alugar uma sala específica), custo com instrutor o dia inteiro à disposição, etc.

    E neste estudo nos apresentar se o simulador será ou não um bom investimento.

    Em breve iremos disponibilizar para todos vocês.

    Abraços!

    Atenciosamente,

    Roberta Torres

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  10. Boa Tarde Amigos e donos de CFC s

    ONTEM VI UMA MATERIA NO JORNAL DA RECORD, SOBRE O SIMULADOR, E COLOCANDO NA MATÉRIA A IMPORTANCIA DO TAL, POREM NOSSO PRESIDENTE ESTAVA PRESENTE E DEU ENTREVISTA, EM MINHA OPINIÃO ELE DEVERIA ERA DEFENDER NOSSA CLASSE POIS PAGAMOS O SINDICATO PARA NOS DEFENDER E ELE NEM SEQUER FEZ ALGUM COMENTÁRIO COM RELAÇÃO A CUSTO E MUITO PELO MENOS COMO NO FINAL O REPORTER BORIS DISSE, COMO APENAS UMA EMPRESA SOMENTE ESTÁ AUTORIZADA PARA FABRICAÇÃO, E PORQUE O CUSTO TÃO ELEVADO QUE É DE R$33.800,00, PARA QUEM SABE LÊ UM PINGO É LETRA, COMO UM DOS SÁBIOS DIZERES POPULARES, TÁ EVIDENTE QUE UM GRUPO PEQUENO ESTÁ SENDO BENEFICIADO, POR ISTO MINHA INDIGNAÇÃO, O GOVERNO QUER TIRAR SUA CULPA PELOS ACIDENTES E JOGAR EM CIMA DE ALGUEM (CFC) PRICIPALMENTE, PORQUE NÃO PREOCUPA EM DAR CONDIÇÕES MELHORES PARA O TRANSITO COMO RODOVIAS DUPLICADAS E MELHORES SINALIZAÇÕES, SEM CONTAR QUE RECOLHEMOS DE GRAÇA PARA O GOVERNO SEM QUE ELE GASTE UM CENTAVO, NEM MESMO A GUIA PARA PAGAMENTO NÓS É QUE TEMOS QUE EMITIR E IMPRIMIR, NÃO TEMOS INCENTIVO ALGUM COMO REDUÇÃO DE IPVA, IPI e apenas uma redução de ICMS, que não é para a categoria é para todas as empresas, pensem nisso e vamos fazer um levante Nacional contra esta imposição que não é dever nosso e sim do próprio Governo, que assim quiser ele custei e envie um simulador por municpio, pois arrecada impostos e taxas para poderem fazerem isto.
    Att.: Antonio Carlos

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  11. Antonio Carlos, bom dia!

    Sem querer entrar no mérito das questões pertinentes ao segmento, apenas situando a questão das empresas que pretendem ver credenciado seu produto "Simulador" pelo CONTRAN/DENATRAN, é importante ressaltar que até o presente momento NENHUMA empresa tem seu produto certificado ou credenciado. Isso se dá pelo fato da Resolução dizer que é necessária a indicação (não sabemos se vai ser criada) de uma OCP - empresa de certificação. Somente após isso é que as empresas interessadas poderão apresentar seus produtos para certificação e homologação.

    Atenciosamente.

    Mauricio Pontello

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  12. Desculpe a quem seja afetado pelo comentário, mas reforço o que disse, falta representação sindical.
    Alguém do grupo sabe se o simulador será vendido
    PELO MENOS SEM SER COBRADO O IPI
    ???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
    Senhores sindicateiros, já pensaram nisso? Não sei porque escrevo aqui, ninguém responde as minhas perguntas...
    Mesmo assim, fica registrado a dúvida...
    Grande Abraço ao Grupo.

    Gustavo Maran
    (Psicólogo).

    Prezado Gustavo;

    acho pertinente a sua insatisfação, aliás, essa tem sido a opinião de todos que tenho tido contato neste segmento. Realmente, acho que os proprietários devem mesmo se unir, de uma forma legítima e manifestar-se. O que me preocupa é o espírito de conformismo existente nesse segmento. Esse conformismo é preocupante, pois, estão preocupados em como conseguir dinheiro, como vão obter o financiamento e outros ainda dizem: "eu já tenho essa grana"....ou seja, vão comprar o simulador sim, vão colocar essas aulas como um atrativo para a empresa e como têm um condição melhor, vão dar essas aulas de graça, para derrubar o concorrente. Dessa forma irão perpetuar essa política de concorrência injusta e mesquinha desse segmento sem pensar de fato em sua empresa e nos seus concorrentes de forma ética e profissional. Praticando preços de forma inconsequente, você coloca em risco a sua empresa, a do seu concorrente e a credibilidade do segmento como um todo. Mas o maior questionamento aqui ainda não está no preço deste simulador, creio eu, e sim no propósito de qualificar e aprimorar o condutor e que justifique tamanho investimento.

    Abçs e obrigado pela participação.

    Att. Emerson Santana

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  13. ja não sei mais o que faço...
    é intrigante...vc faz um curso, se dedica e qdo entra na area vê como realmente é..
    nunca somos compreendidos, piso salarial é uma vergonha, patrão só quer saber de ganhar dinheiro e sacrificar os funcionários e agora detran com essas invenções q vão nos dar mais gastos, mais trabalho e nada mais nadaaaaa do sindicato rever nosso piso salarial... ja to tão esgotada q quero sair desse ramo sem olhar pra tras....principalmente antes desse simulador chegar ...pq não dou conta mesmo de me arrumarem mais uma função aqui pq é isso q vai acontecer sobrecarga de funcionários.

    Rachel Freitas

    Rachel,
    Ja q ninguém responde o seu e-mail hj vou t responder, em partes concordo com sua indignação a respeito do simulador e muitas outras
    coisas q nos são impostas sem sermos consultados, n sei quem inventa tanta coisa para as AUTOESCOLAS se na verdade querem colocar
    a culpa de tantos acidentes tendo vitimas fatais nas autoescolas.Ai arrumam varias coisas para dificultar para nós e alunos, uma vez sendo o q falta é fiscalização. Tantas pessoas comentem crimes de transito e não são impunes ai a culpa é da autoescola q colocou um inflator na rua. FALTA FISCALIZAÇÃO....
    A respeito de patrão querer ganhar dinheiro, não existe uma empresa q não quer ter LUCRO, vc como funcionária tem que torcer para q
    sua empresa tenha muito lucro para q voce possa receber em dia, nao ficar desempregada n corrermos o risco de ficar na situação da Espanha a crise da Europa . Reflita .... se eu fosse seu patrão t daria uns conselhos vc realmente n esta de acordo com o perfil da empresa e se vc pensa assim no CFC vc vai pensar assim tb em outras empresas é hora de saber q toda empresa precisa do lucro e vc
    tem a trabalhar dentro da CLT algo diferente disso negocie.


    abços.
    CFC Habiminas Cambui


    Boa Tarde,



    Achei que neste grupo só tinha gente que só sabe reclamar e questionar, vi que o Eduardo é mais um que pensa diferente, tem uma visão de Gestor.



    Gostaria que a maioria tivesse esta visão, não estou dizendo que simulador é certo ou errado mas digo que se entrar ele ser um investimento que gera custo e como tal tem que ser repassado ao consumidor. É importante destacar que não deixará de ser um investimento alto e ao contrário do alguns estão comentando neste grupo, simulador não é veículo, desta forma hoje não é possível financia-lo como tal, sobre o IPI o Decreto 7212/2010 não taxa o simulador e muito menos ele é taxado como como veículo, o que ocorre é que o simulador é montado com uma série de itens que já são taxados como as 3 telas de LCD o software entre outros itens, ou seja o imposto ja é pago sobre estes e não sobre o simulador em si, quando existir um modelo homologado e devidamente registrado nos Órgão competentes deve ser tentato uma redução ou isenção dos impostos não só o IPI mas outros já que em uma TV por Ex. 41,25% é imposto e o mais caro que o software tem impostos taxados conforme o Estado já que paga-se ISS e ICMS é aguardar para podermos iniciar medidas que possam viabilizar o equipamento se for o caso, mas isto somente será possível com união do setor deixando a concorrêcia de lado em prol de um segmento mais forte, para melhorar o principal objetivo, a formação de mais e melhores motoristas em nosso País.



    Pra finalizar, quem foi a favor da informatização e implatação do sistema biométrico no CFC, muitos foram contra, iamos gastar dinheiro etc, e não ia funcionar, hoje alguém é contra, acho que somente aqueles que não fazem o que diz a regra.



    Alessandro CFC Rio Doce

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  14. Alessandro, muito bom!!!
    Até que enfim alguém falou a minha língua.
    É muito bom observar o grupo se manifestando sobre o assunto.
    Ocorre que, agora é a hora de se questionar o "preço" do simulador, e não se queixar se será ou não será bom para as empresas. O país tem uma meta de redução de acidentes a cumprir, por isso, alguém estipula isso como necessário e pronto. Agora imaginem, quais empresas serão homologadas, e quem será o beneficiado por isso... Pensem??? No entanto, a lei não deixará de ser executada é inevitável. O que poderíamos fazer e cobrar de nossos representantes sindicais, que é o veículo responsável legalmente por nos representar, e exigir a redução dos impostos para facilitar e viabilizar a aquisição dos produtos. O fato é que "veladamente" nossos "defensores/representantes" podem estar retirando a fatia deles também... TURMA! Imaginem quantos simuladores serão fabricados? E outra, não tem escolha, é um produto com venda garantida!!! Muito lucrativo para o fabricante!!!
    Por favor gente, vamos pensar em formas de amenizar o custo e facilitar a aquisição...
    Abraço a todos..
    Gustavo.

    Auto Escola Futura

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