Pesquisar este blog

Tradutor

sábado, 27 de abril de 2013

Rh mais atento à saúde financeira

A Educação Financeira a cada dia ganha mais espaço e destaque entre os especialistas da administração, economia, medicina e RH das empresas.

Isto, porque estão percebendo que os problemas financeiros têm produzido efeitos prejudiciais no convívio social, na vida familiar e no trabalho.

É necessário que se faça investimentos no conhecimento para promover a mudança de comportamento e  maneira com que as pessoas lidam e encaram o dinheiro, não somente oferecendo-lhes ferramentas de controles, como programas gerenciais e planilhas.

Um estudo divulgado, conduzido pela universidade americana Boston College em parceria com a seguradora MetLife, comparou o desempenho de profissionais endividados e não endividados. Segundo a pesquisa, que foi realizada em 9 países, 58% dos trabalhadores alegam problemas financeiros para justificar as faltas no trabalho. (Você S/A)

Outro levantamento conduzido em 2011 pela MetLife no Brasil ouviu 500 empregados e 250 empregadores e mostrou que 65% dos trabalhadores estão preocupados em "ter dinheiro para pagar as despesas do mês". A pesquisa revelou que empregados endividados faltam mais ao trabalho, demandam mais licenças médicas, têm pior desempenho e, portanto, têm a progressão na carreira prejudicada. (Você S/A)

O desequilíbrio financeiro pode arruinar o desempenho profissional.

Essa pesquisa, revela um indicador importante sobre comportamento; o trabalhador preocupado em quitar dívidas somente, não usufrui do maior benefício que o planejamento financeiro pode oferecer, que é lidar com informações, projetar a quitação das dívidas de uma forma mais saudável, assim como promover investimentos em lazer, educação e requalificação profissional. 


Empresas como o Itaú-Unibanco, adotaram programas de educação financeira a partir de 2004, voltado para os correntistas. O assunto ganhou força e foi direcionado aos funcionários a partir de 2011, conforme Denis Hills, superintendente de sustentabilidade do Banco.

Vale ressaltar que não basta apenas ensinar o indivíduo a parar de gastar, programas e ações voltados para os investimentos, se fazem necessários, pois, é necessário saber lidar e o que fazer com o excedente.


A HP, empresa de soluções de tecnologia, tirou do papel, há três anos, um programa de bem- estar financeiro e há um ano e meio o tema vem ganhando força - as palestras e workshops mensais já foram frequentados por 15% dos 8.500 empregados. Uma estrutura com profissionais especializados em economia e ciências contábeis foi montada para orientar os funcionários. Na média, são 250 atendimentos ao mês. "o intuito é mostrar ao pessoal como é possível se prevenir para o futuro", diz Antonio Salvador, vice-presidente de RH da empresa HP. (Você S/A)

Ainda que seja difícil correlacionar o programa com a melhoria no desempenho, foi notado em pesquisa de clima anual que a satisfação com os salários e com as compensações oferecidas cresceu 15 pontos.

Pessoas mais focadas no trabalho, satisfeitas e conscientes de seus limites salariais, apresentam maior produtividade e investem no crescimento profissional e pessoal.


Uma boa saúde financeira à todos...


Texto adaptado por Emerson Santana

*Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ – São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão em Finanças  pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Continue nos visitando