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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Educação Financeira, devemos nos preocupar? Jovens admitem...

As finanças pessoais começam com a participação e envolvimento dos membros da família buscando o conhecimento sobre a Educação Financeira. 

As finanças pessoais passa pelo aprendizado e desenvolvimento do hábito de poupar, decisões racionais de compra, controle do orçamento e impulso de consumo e acompanhamento da evolução da riqueza pessoal. 

É correto pensar que essa educação deveria ser promovida através de ações conjuntas entre o Governo, a Iniciativa Privada, as Escolas e as Famílias. Pouco ainda se vê de investimentos por parte dessas células da sociedade. 

63% dos jovens brasileiros admitem não ter um bom conhecimento financeiro


De acordo com  pesquisa e levantamento da Mastercard, a maioria dos jovens brasileiros (63%) acredita que não tem um bom conhecimento financeiro. Mas eles não são os únicos, 67% das pessoas com idade entre 18 e 30 anos da América Latina e Caribe compartilham da mesma opinião.

Para as pessoas nesta faixa etária, a educação financeira é um fator importante para alcançar a estabilidade financeira, porém, 60% da população latino-americana não tem conta em banco e 74% acham que a falta de entendimento é uma barreira para se relacionar com instituições financeiras.
A diretora de comunicação corporativa da empresa, Andrea Denadai, lembra que este segmento representa grande parte da força de trabalho atual e futura que está neste momento iniciando sua vida financeira. "Conforme os jovens iniciam suas carreiras e começam a obter renda, acabam se endividando e, às vezes, optando por investimentos financeiros duvidosos. Por isso a importância da educação financeira nesta fase.”
Pensando no futuro
A pesquisa também mostra que os principais objetivos e desejos dos entrevistados é ter uma vida com boa saúde e estabilidade econômica, sendo que no Brasil, 85% dos jovens têm como prioridade ter boa saúde. Em segundo lugar, com 74%, aparecem empatados o desejo de ter casa e carro próprios, assim como ser reconhecido profissionalmente.

Além disso, 58% dos entrevistados têm como uma das suas principais prioridades economizar para o futuro; entre os brasileiros esse número sobe para 68%.

Texto adaptado: Emerson Santana
Fonte: infomoney, site yahoo, 26/09/2013

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