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domingo, 1 de dezembro de 2013

Simulador de Direção: você é contra ou a favor?

Simulador de Direção: o instrumento da discórdia!!!

Temos acompanhado já há algum tempo e com muita angústia todo esse processo, incertezas, prorrogação de prazo e vem mais por aí.

Temos acompanhado também alguns grupos que se posicionam a favor, acreditando que esta é mais uma ferramenta e aliada no processo de formação de condutores. Concordo e toda a classe também tem este entendimento.

O grupo dos que estão questionando essa ferramenta, estão salientando os altos custos dessa obrigatoriedade e que fatalmente implicará no processo de formação de condutores. Isso é notório e claro, haja visto, que o aumento de custos implicará na redução de investimentos em treinamento e até mesmo na contratação de profissionais mais qualificados. 

A questão financeira é para se preocupar mesmo, afinal este simulador estava sendo vendido em março a R$ 33.800,00 para pagamento à vista ou financiado. Enfim, o que mais me deixou perplexo, é que às vésperas da obrigatoriedade esse preço está em R$ 39.870,00; R$ 38.880,00. Ou seja, a empresa que divulgou o seu produto em março de 2013 apresentou no evento SIPROCFC MG um preço superior, o seu produto já sofreu um reajuste.

Segue abaixo a imagem do orçamento distribuído no evento Workshop Setes.
O que justifica tamanho reajuste? E neste documento não se falava em taxa (10%) de adesão /instalação e muito menos em manutenção mensal...E ai, vai fazer o quê? Alguém apto a explicar isso?




Acha que parou por ai?

Condições de um fornecedor conforme orçamento enviado às Auto Escolas:

Valor do Simulador: R$ 39.870,00

10% do valor do bem como taxa de adesão, instalação e treinamento.


Quer mais?


Mensalidade de R$ 1.750,00...
Cota mensal de 48 exames; se der menos - quitar a diferença; se der mais - pagar o excedente...

Financiado pela CEF: 
R$ 39.870,00
20% entrada: R$ 7.974,00
Financiamento: R$ 31.896,00
Taxa: 1,31% (informada pelo assistente comercial da empresa)
Juros: R$ 11.273,96

Ou seja:

Este equipamento financiado sairá por: R$ 51.143,60 


Os altos custos poderão resultar em péssimos índices de aprovação, e o que virá logo a frente? Penalizações sobre estes índices.

Os Educadores e defensores do processo de melhoria na educação e formação dos nossos profissionais não vêem essa requalificação como penalização e sim como oportunidade e aprimoramento da mão de obra do mercado.

Mas esta classe tem compreendido tais ações como penalização e isto tem gerado descontentamento, pois, tudo tem vindo como forma de penalizar todo o processo e as empresas, direcionando a culpa pelo processo de formação dos condutores somente aos instrutores.

O fato é que estudos e informações sobre profissionais que utilizam os simuladores como forma de aprimoramento mostra que um grande percentual aprova sim esta ferramenta e diz ser muito importante no auxílio do aprendizado.

Um Comandante da Força Aérea Brasileira, com trinta anos de profissão relatou-me que o simulador aplicado no processo de formação de pilotos apresenta um resultado excelente no processo de formação dos cadetes e futuros pilotos.

Depoimentos de pilotos de esportes como F-1, Stock Car defendem esta ferramenta como primordial no processo de formação desses pilotos.

Mas outro questionamento deve ser abordado. Através de uma pesquisa informal a pessoas que fizeram os testes no simulador nos últimos eventos, sendo eles, o Workshop Setes e o Seminário SiproCFC MG, muitos me relataram algum desconforto e tonteira. Ouvindo isso, eu também me aventurei e senti tais sintomas.

Deixo aqui uma reflexão:

Qual a condição de preparo físico estes pilotos e atletas apresentam?

Qual a condição de preparo psicológico estes pilotos e atletas apresentam?

Qual a condição física e psicológica de preparo que os nossos profissionais do trânsito apresentam?

Qual a condição física e psicológica de preparo que os nossos alunos apresentam?

Tais estudos e resultados de reflexos e sintomas da utilização desse equipamento ainda não foram apresentados para que tenhamos certeza da efetividade desta ferramenta. Pesquisa de opinião sobre a utilização do equipamento se gostou ou não, ainda é muito pouco para comprovar a efetividade e consequências desta ferramenta. Ou seja, questões a serem esclarecidas ainda são muitas; até estarmos convencidos de tudo isso....

Leia mais: Simulador de Direção: obrigatório

Auto Escolas deflagram movimento nacional contra os Simuladores


Att.



Emerson Santana



Texto/Opinião: Emerson Santana.
* Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ – São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão em Finanças  pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão, Educação e Segurança para o Trânsito - Belo Horizonte/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company 


SiproCFC-MG participa em audiência pública na ALMG.

O Sindicato dos Proprietários de Centro de Formação de Condutores (SIPROCFC-MG) esteve presente na audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na última terça-feira (10/12/13), em que o foco foi discutir a obrigatoriedade do uso do simulador de direção na infraestrutura básica dos CFCs, conforme a Resolução n.º 444 do Denatran.
O presidente do SIPROCFC-MG, Rodrigo Fabiano, destacou que o ganho com o simulador será tímido, já que situações como aquaplanagem e arranque brusco não são reproduzidas como na realidade. “O Denatran nos empurrou goela abaixo esse equipamento e temos só quatro empresas homologadas. Isso é quase uma reserva de mercado”, afirmou. Ele ainda lembrou que o equipamento custa cerca de R$ 39 mil e os CFCs não têm como arcar com esse valor para cinco aulas de simulador por aluno. Segundo ele, foram observados apenas os aspectos tecnológicos e, em nenhum momento, houve um estudo pedagógico do equipamento.
O presidente afirmou que o SIPROCFC-MG está trabalhando em duas frentes: tentar prorrogar a obrigatoriedade da implantação do equipamento e a outra é tentar resolver a questão. “Dia 17/12 haverá uma audiência pública no Congresso Nacional, em Brasília, com o deputado federal Hugo Leal (PROS), em que um representante do Denatran estará presente. Neste momento, a forma como está sendo implantado o simulador incomoda muito, mas tendo em vista que o prazo está curto - faltam três semanas -, estamos trabalhando dentro daquilo que temos condições de fazer”.Tem que sair alguma coisa ainda este ano. Mas ainda dá tempo de se fazer alguma coisa”, acredita Rodrigo.
Para ele, é uma aberração a forma como a resolução foi editada. Ela incentiva que o aluno faça aula prática antes de conhecer a legislação de trânsito, além de ter definido um espaço absurdamente grande para a instalação do simulador.
Sobre o valor mensal de manutenção do software para que seja constantemente atualizado, Rodrigo disse que o custo é um absurdo. “Querem ser sócias dos CFCs sem pedir licença? O financeiro está se sobrepondo ao social”, protestou.
ComodatoEnquanto isso, o sindicato tratou de agir para amenizar o impacto financeiro nos CFCs ao sugerir para o Detran-MG a criação de centros de simulação e o uso coletivo do equipamento, conforme está previsto na resolução do Denatran. “A norma permite o uso compartilhado, mas não fora da sede do CFC. O que queremos é que seja autorizado o uso do simulador em um espaço fora da empresa.
Na opinião do deputado Romel Anízio (PP), a obrigatoriedade do simulador de direção vai pesar no bolso do consumidor e não vai melhorar a qualidade do motorista. Mesma opinião tem a deputada Luzia Ferreira. “Como as autoescolas vão bancar esse valor? Isso vai acabar onerando o motorista porque o custo será repassado”.
O deputado Tony Carlos (PMDB) também protestou contra o valor do equipamento, que é mais caro do que um carro, e disse que a ideia de compartilhamento é boa. “O que não dá é uma autoescola gastar mais do que arrecada”, disse.
Para isso, o SIPROCFC-MG sugeriu a ideia do comodato, em que empresa parceira vai fornecer o equipamento e os CFCs vão pagar apenas o que utilizarem em número de aulas. “O sindicato tem condições de manter um espaço com as máquinas nas cidades grandes, para que as empresas possam utilizá-las. Para isso, será feito um estudo de viabilização. Cada CFC iria gastar praticamente só com a aula”, disse Rodrigo, que também informou que os CFCs não sindicalizados também terão a oportunidade de trabalhar dentro da legalidade. O projeto será levado ao conhecimento do Ministério Público para que se evitem questionamentos futuros.
Para os municípios pequenos, a ideia é ter um simulador móvel, que percorra as cidades por um ou dois dias. “Assim, ninguém vai ter que se deslocar e aumentar ainda mais os custos”, sugeriu Rodrigo.
O deputado Tony Carlos elogiou a iniciativa do sindicato e reforçou: “Aqueles que não se organizarem vão ter que bancar por conta própria.”
Detran-MG vai autorizar o compartilhamentoO chefe da divisão de habilitação e controle do condutor do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), Dr. Anderson França Menezes, confirmou que órgão vai autorizar o compartilhamento dos simuladores entre os CFCs. Nos bastidores, França garantiu que a portaria do Detran-MG com as normas sobre o uso do simulador no Estado deverá ser publicada no dia 30 de dezembro.
De acordo com ele, o órgão também defende que esse prazo seja estendido e ainda opinou sobre a possibilidade de se fazer a implantação gradativa até atingir todo o Estado. “Acho que o simulador é um avanço, mas não da forma como será implantado”, opinou. “Eu estou preocupado com a implantação e, se o candidato a motorista não fizer as aulas com o simulador, o Denatran não vai expedir carteira”, alertou.
Ele explica que os CFCs terão alguns meses para instalar o aparelho, já que o que conta é a obrigatoriedade das aulas no simulador para a emissão da CNH. “Os candidatos mais rápidos conseguem terminar o processo de habilitação em, aproximadamente, quatro meses. Este será o tempo para os CFCs se organizarem”, explicou.
O deputado Zé Maia (PSDB) finalizou a audiência dizendo que encaminharia um documento com o resumo do encontro ao Denatran e o convidaria, juntamente com o Contran, para a próxima audiência, que deverá acontecer no dia 12 de fevereiro do ano que vem.
A deputada Luzia Ferreira (PPS) concordou e sugeriu aos demais deputados presentes à mesa articulassem uma audiência pública no Congresso Nacional, pois lá eles tem força de convocação. “Vamos tentar algo para este ano ainda”, prometeu.
Valor e forma de implantação foram os questionamentos dos presentes.
Apesar do convite repassado pelo próprio sindicato, a audiência pública contou com apenas pouco mais de 20 representantes de CFCs. Alguns deles também questionaram o valor do equipamento e a forma como a implantação dos simuladores foi feita, sem que as autoescolas tivessem oportunidade de opinar sobre a eficácia do equipamento. “Não somos contra os simuladores, mas sim contra algo que não tem eficácia garantida e sem comprovação científica”, afirmou Paulo Alexandre Teixeira, de Uberaba.
Para Venício Feliciano de Vasconcelos, de Canápolis, as aulas com o simulador dão condições de equilíbrio, mas não oferecem uma condução segura no trânsito. Ele lembrou que o custo do aparelho é mais alto do que de um carro e, por isso, pelo menos sua eficácia deveria ser comprovada antes de se determinar a sua adoção.
Detran-MG: atendimento precário e mais uma taxa para os CFCsOutros pontos de debate surgiram ao longo da audiência pública. O dono de CFC Paulo Alexandre Teixeira criticou a atuação do Detran, que, segundo ele, “finge que faz e empurra para as autoescolas todas as responsabilidades”. Ele defendeu o trabalho conjunto entre os centros de formação de condutores e o Detran e cobrou redução de impostos e melhora na estrutura e atendimento do órgão.
A diretora de ensino da autoescola Serra-Contagem, Adriana Cristina Lima, e o dono de autoescola de Ituiutaba, Renato Morais, também lamentaram o atendimento do Detran. Segundo Adriana, falta preparo dos funcionários do órgão.
Em resposta, o chefe da Divisão de Habilitação e Controle do Condutor do Detran, Anderson França Menezes, afirmou que o atendimento está realmente precário porque o órgão não pode mais contratar funcionários terceirizados. Dessa forma, foi obrigado a dispensar 380 funcionários da Minas Gerais Serviços (MGS) e em contrapartida recebeu 150 funcionários que ainda estão sendo treinados. “Esse número não é nem a metade do que deveria vir”, lamentou.
O presidente do SIPROCFC-MG, Rodrigo Fabiano, lembrou que até a precariedade e o número baixo de servidores no órgão poderiam ser solucionados, se o Detran-MG fosse uma autarquia. “Se não tiver autonomia fica difícil melhorar. Fica difícil a gestão do órgão”, opinou.
Outro ponto de preocupação apontada pelo presidente do SIPROCFC-MG é a implantação da Taxa de Acesso ao Sistema do Detran-MG (TASD), a partir de 1º de janeiro de 2014, com valor de quase R$ 8 para que os CFCs possam emitir o certificado de direção. “O Estado, mais uma vez, se mostra guloso na arrecadação e traz pouco resultado para o usuário final. O pior de tudo é ter que passar dinheiro para a Prodemge, que presta um péssimo serviço. Por que isso não foi discutido com a categoria? Gostaria que a ALMG nos ajudasse a tomar uma providência com relação a isso também.”
O chefe da Divisão de Habilitação e Controle do Condutor do Detran, Anderson França Menezes, justificou a cobrança, dizendo que o sistema teve avanços. “Hoje é tudo automatizado. Quando os CFCs se credenciaram, sabiam que no futuro teriam que pagar essa taxa.”
Categoria quer ser ouvida“Do mesmo jeito que a resolução n.º 444 veio descendo goela abaixo, a implantação dos veículos adaptados também não foi discutida com a categoria. Não somos contra os CFCs terem veículos assim. Alguns são até referência, mas por que também não foi discutido aqui? A categoria que ser ouvida. Esperamos que isso não volte a acontecer”, protestou o presidente do SIPROCFC-MG, que ainda sugeriu mudanças no processo de habilitação. “Em 50 anos, a única coisa que mudou foi a baliza. A formação de condutores hoje é ridícula. Hoje temos habilitação, mas não formação”, finalizou.
Postado em 11/12/2013
Fonte = Comunicação - SIPROCFC-MG

4 comentários:

  1. Boa tarde, a todos do grupo. (CFC MINAS)

    É com grande insatisfação que irei expor uma OPINIÃO, temos realizados diversas reclamações e indagações no que tange ao simulador de direção e hoje no plenário na Assembleia legislativa percebi o quanto reclamamos, o quanto esperamos pelos outros fazerem por nós. Cadê a participação do nosso grupo? Fico triste ainda mais quando percebo que proprietários do interior viajaram para lutar por uma minoria, não tem base, não vejo logicas. Então noticio a vocês que o simulador será OBRIGATÓRIO para todos OS CANDIDATOS QUE INICIAREM O PROCESSO EM JANEIRO DE 2014. E ai? Vamos discutir pelas redes sociais ou vamos esperar que os CFC's do interior de MG briguem por nós?

    VAMOS ACORDAR E PARAR DE FICAR NA JANELA ESPERANDO PELOS OUTROS.

    Tatiana Keli Lemos - CFC Adonai Samá

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  2. Parabéns Tatiana Lemos pela sua participação em todos os eventos, buscando entendimento, conpreensão e sendo proativa.
    Infelizmente, tenho percebido o quanto todos esperam que façam por eles, sem ao menos se mobilizarem e sairem da zona de conforto a que estão.
    Nenhuma vitória em batalhas, lutas, revoluções e conquistas se deram sem a entrega daqueles que estavam envolvidos no processo.
    Mototaxistas, caminhoneiros, perueiros e até médicos foram às ruas...
    E vocês? Irao se sucumbir à rotina de um CFC que os impedem de dedicar um dia que seja para lutarem por vocês mesmos?
    Ou irão a eventos somente quando obrigados por medo levarem uma punição?
    Ou vão esperar o momento de lhe responderem as perguntas que já possuem respostas prontas?
    Continuem esperando...2014 está ai e estão respaldados pela lei...se há coerência ou interesse nesse processo, não sei, mas a lei está ai - CUMPRA-SE!!!

    ATT
    Emerson Santana

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  3. É isso ai , eu estive lá e realmente vi pessoas que viajaram 800 km e nós não podemos largar o nosso cfc por 2 horas , infelizmente como disse Tatiana , sentados , "somente" discutindo aqui e não fazendo nada para que façamos a diferença....puxa vida somos em média 1750 cfcs em todo estado, não tinha 25 cfcs (representantes)lá .........vi que deste jeito realmente não conseguiremos nada !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Abraços , Rosa Magalhães. CFC Dinâmica

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  4. Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim.

    Bem. Muita gente tem me perguntado a respeito do simulador e do que acontecerá no futuro. (breve futuro). A verdade é que não tenho certeza de nada. Não posso garantir que será prorrogado, embora eu acredite que isso acontecerá.

    O mais interessante dessa história toda é que sem querer, demonstramos ao CONTRAN e à todos os DETRANS do país que não aceitaremos imposições infundadas. Essa é a grande verdade. O fato de praticamente NINGUÉM ter comprado o simulador, indica que SIM, SOMOS ORGANIZADOS SIM. Porém, sem consciência disto. E sem a intenção também.

    Não é só em Minas Gerais que estamos passando por essas discussões. É no país todo. Essa imposição afeta todos os Estados. E em todos os Estados, estamos tendo movimentos.

    Não movimentos contrários ao Simulador, mas à falta de comprovações de sua eficácia e ao alto preço praticado sem garantias. Porque no meu humilde entendimento, cobrar mensalidade por algo que é meu, passa no mínimo pela ideia de que somos idiotas e aceitaremos tudo sem falar absolutamente nada.

    Bom. Nesses anos todos acompanhando as ações da FENEAUTO e dos Sindicatos, posso afirmar que o que tem que ser feito está sendo feito. Ou seja: as reuniões, a busca por apoio, o pedido de prorrogação do prazo e assim vai. O que quero deixar como reflexão para todos é o seguinte:

    1- Não fica "bonito" aos olhos da sociedade sermos claramente CONTRA o simulador. Como assim? As autoescolas são contra algo que irá diminuir os acidentes de trânsito? Entendem, como pega mal? Então temos que ter cuidado com o que falamos por aí.

    2- Quem está por tras de TODAS as leis do nosso país são Genuínos, Dirceus, Marcos Valérios e por aí vai. Vocês acham realmente que podemos contra esses e outros? A pressão em cima do CONTRAN é grande demais para o Simulador cair. Não acreditem nisso.

    3- Precisamos ter argumentos fortes para que a situação reverta a nosso favor já que é Lei e a Lei tem que ser cumprida. As perguntas são: Como podemos nos beneficiar dela?
    - Ganhando prazo para nos adaptarmos,
    - Estruturarmos primeiramente com o aumento da carga horária,
    - Nos qualificarmos melhor como Gestores que somos,
    - Ajustar o tamanho da sala (que é um exagero),
    - Separar do curso teórico-técnico que foi de uma incompetência enorme quem escreveu e por último
    - Fazer um estudo do custo do simulador e repassar para o nosso cliente. É assim que funciona. Se aumenta o preço da cana de açúcar, quem paga o álcool mais caro?

    Vamos parar de DAR DE GRAÇA aquilo que é o sustento de nossas famílias! Vamos parar de DAR AULAS DE GRAÇA NOS SIMULADORES senhores proprietários que já possuem os simuladores. Vamos parar de cobrar preços MEDÍOCRES por nossos serviços.

    E para aqueles que quiserem novamente me denunciar ao Ministério Público por tentativa de formação de cartel, que fique claro neste e-mail: NÃO ESTOU TENTANDO FORMAR CARTEL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Tenham uma ótima semana!


    Atenciosamente,

    Roberta Torres

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