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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

A infinita arte de se fazer os cálculos sempre!

Como se diz no dito popular, "o mundo não para de girar".

E assim somos submetidos aos ciclos da vida onde os cálculos serão sempre necessários para a tomada de decisão mais correta para aquele momento.

O preço do combustível é um bom exemplo para isso. Neste mês de outubro fomos surpreendidos pelo anúncio da Petrobrás sobre a redução do preço da gasolina na refinaria em 3,2% (Fonte: Portal G1 em 17/10/2016) e consequente redução nos postos de combustíveis.

Porém, não foi bem isso o que aconteceu. Conforme podemos observar na foto acima, os preços vigentes no dia 27/10/2016, estavam bem acima em relação ao início do mês onde o preço da gasolina e álcool neste mesmo posto da capital mineira era de R$ 3,39 e R$ 2,29, respectivamente.

Um cálculo necessário para saber  qual combustível deve ser utilizado no momento, se álcool, gasolina ou gasolina aditivada é a relação onde demonstra ser vantagem abastecer com álcool quando a relação de percentual entre o preço do álcool e da gasolina for acima de 70%. Esta escolha deve ir além da informação fornecida pelo posto de combustível (É lei).



É importante conhecer qual o perfil de consumo do veículo e forma de condução do motorista. Esta relação pertence também "A infinita arte de se fazer os cálculos sempre", para o condutor saber exatamente qual a melhor decisão a ser tomada no momento. Para isso o condutor deve absorver algumas técnicas de direção exemplificadas por especialistas, afim de se obter a otimização dos gastos e melhor performance do veículo. Uma das técnicas primordiais é a troca de marchas no momento certo, a partir de determinada rotação do motor (rpm), dependendo da motorização de cada veículo; calibragem do pneus periodicamente; manutenções preventivas como troca de óleo e outros.

Monitorar todas estas informações pode parecer quase impossível, principalmente, diante da necessidade de um acompanhamento constante e registro de todas estas informações para se obter um padrão de cálculos. Mas, com as ferramentas corretas e disposição do condutor em ter a dimensão do quanto é importante a gestão das informações para a saúde financeira de sua vida, tomar a decisão correta e otimizar os gastos é perfeitamente possível.

Vejamos no quadro a seguir a variação dos preços no mês de outubro de 2016 e qual seria a melhor escolha de combustível afim de otimizar os gastos do condutor:




Analisando:
Diante dos indicadores apresentados como; preço, perfil do condutor/veículo, autonomia do veículo e quantidade de litros necessários em relação ao perfil do condutor/veículo; podemos concluir que nos dois cenários destacados a melhor opção de combustível a ser escolhido seria a gasolina aditivada. O veículo apresenta uma melhor performance e diante dos preços praticados, o melhor custo benefício.

Esta diferença, idealizando um cenário de preços como referência a data de 27/10/2016 e de 04 abastecimentos em um mês, a economia em 12 meses poderá ser de até R$969,12 (novecentos e sessenta e nove Reais e doze centavos). Imagine ainda o valor a ser otimizado no caso de pequenas empresas ou prestadores de serviços que possuem mais de um veículo?

Como a economia é dinâmica e o cenário de preços pode variar constantemente, esses cálculos se fazem necessários sempre. 

Fica ai dica!

Texto/Opinião: Emerson Santana.
* Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ – São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão em Finanças  pela UFSJ- São João Del Rei/MG
* Especialista em Gestão, Educação e Segurança para o Trânsito - Belo Horizonte/MG
* Consultor Administrativo e Financeiro
* Ministra Cursos de Orçamento Pessoal e Familiar
* Ministra Cursos de Gestão Financeira para MPE's in Company 




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